Um Plano para o Governo: Revolução Democrática

Tivemos líderes muito bons no Brasil. Os que mais se destacaram na geração de riqueza através de emprego e inclusão social foram Costa e Silva, Médici, Vargas, JK e Castello Branco.

Estamos em um grande imbróglio institucional e econômico. Ilícitos no Congresso e no STF se defendendo, desemprego alarmante e sem perspectiva de redução no curto prazo, dinastia da Bozolândia em questões de laranjas e diplomáticas, divisão improdutiva entre esquerda e direita. Uma das piores concentrações de renda do mundo ficando ainda pior. E as mesmas oligarquias de sempre controlando a agenda do país: financeira, agronegócio, sacerdócio e servidores. Como aproveitar os melhores recursos que temos e fazer um Reset no país? Nossos líderes já fizeram isto algumas vezes no passado: 1889, 1930 e 1964. Está na hora de novo.

PLANO PARA O GOVERNO: REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA

Liderança: Sérgio Moro, Mourão ou Bolsonaro Enquadrado

Economia. Resolução de problemas fiscais e de emprego.

  • Estabelecimento de Ministério do Planejamento forte para trabalhar plano de crescimento com inclusão social para os próximos 30 anos. Taxas mínimas de 6% ao ano.
    • Taxa de câmbio de nível de competitividade econômica internacional de R$9
  • Nomeação de Presidente do Banco Central independente do setor financeiro, por mérito seria André Lara Resende, mente responsável pelo Plano Real, com responsabilidade social, fiduciária e fiscal necessárias para o cargo
    • Taxa selic de juro neutro de 1-2% ao ano
  • Definição de Estrutura Tributária inteligente com base nas melhores práticas internacionais em cima de receita, lucro e patrimônio.
    • Tributação na exportação de commodities agrícolas e minerais com o novo patamar cambial (eliminação do efeito de doença holandesa).
    • Tributação do sacerdócio

Justiça. Resolução de problemas de valores éticos e morais

  • Demissão dos ministros com forte suspeição ilícita indicados por ilícitos para o cargo: Gilmar Mendes, Toffoli, Lewandowski, Moraes, Marco Mello, Celso Mello e Rosa Weber
  • Seleção de 7 novos membros feita pelos 4 membros restantes (Fachin, Fux, Barroso, e Carmen Lúcia)

Congresso. Estabelecimento de uma Carta com responsabilidades e direitos.

  • Fechamento imediato do Congresso
  • Convocação de Assembléia Constituinte através de voto distrital
  • Definição de Princípios importantes para a Nova Constituição em termos de responsabilidades e direitos dos cidadãos. Observação de melhores práticas internacionais (p.ex. EUA, Singapura e Holanda).
    Missão de crescimento econômico com inclusão social respeitada em cada linha dos Princípios e do Detalhamento
    Economia (foco em crescimento, emprego e questões fiscais),
    Inclusão social (direcionamento de investimentos para educação, saúde, moradia e transporte públicos)
    Política (voto distrital, recall de presidente, governadores e prefeitos com desempenho e aprovação abaixo de metas estabelecidas, controle e limite da participação de membros de igrejas e servidores públicos)
    Servidores (remuneração e condições similares ao setor privado),
    Crimes (pena capital)
  • Proibição de voto em questões de conflito de interesse (regulamentação e controle dos lobbies)
  • Detalhamento consistente com os Princípios
  • Acomodação de interesses tendo como base a 2a melhor opção de cada grupo.

Fundo de Inclusão Social. Eliminar a miséria e enriquecer os cérebros dos brasileiros

  • Criação de Fundo de Inclusão Social com recursos recuperados de agentes ilícitos dos últimos 50 anos: empreiteiros, banqueiros, políticos, igrejas, servidores, produtores rurais e outros agentes que prejudicaram nossa comunidade
  • Gasto prioritário em educação, saúde e moradia dos 20% mais pobres do Brasil

Eleições Diretas para todos os cargos no Executivo e no Legislativo.

 

Publicado por

Eduardo Giuliani

Edu é empresário nos setores de agronegócio, bioenergia, venture capital e imobiliário. Trabalhou como consultor pela McKinsey & Co. (1991-97) e investidor pela Advent International (1998-99). Iniciou estudos sobre crescimento econômico em 1994 com o Curso National Economic Strategies de Bruce R. Scott na Harvard Business School (Membro do U.S. Competitiveness Policy Council). Cursou System Dynamics no MIT (1994). Liderou trabalho de produtividade em Telecomunicações e Construção no McKinsey Global Institute (1997). Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP (1989). MBA pela Harvard Business School (1995). Tenente da Reserva do Exército (1985). Casado. Três filhos. Tri-atleta.

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