Tecnologia Humana, Liberalismo e os Pobres

O ser humano tem 2 bilhões de anos de tecnologia genética em seu corpo, que se iniciou com a primeira célula na Terra. É a máquina mais sofisticada que temos conhecimento de que o Universo desenvolveu até este momento. Uma das Leis Naturais mais fortes e claras é a da Evolução. De um próton há 14 bilhões de anos, hoje o Universo é composto de infinitos elementos em constante expansão. O ser humano precisa continuar sua evolução: Ordem, Progresso e Inclusão.

Neste contexto da Humanidade aparecem os Liberais pregando que os governos são ineficientes e ineptos, que a iniciativa privada faz tudo sozinha e que os pobres são vagabundos que não merecem atenção. São ideológicos, mentalidade Terra Plana. As evidências empíricas de Singapura, China e até mesmo dos EUA demonstram o contrário: o trabalho bem planejado de um governo que controla 20-40% do PIB faz muita diferença no sucesso econômico e social do país.

O liberalismo irresponsável levou ao aparecimento dos Ineptos Comunismo e Fascismo nos séculos XIX/XX que criou o conceito de que o Estado deve corrigir os “defeitos” do liberalismo via “doar” a mais valia para os trabalhadores (comunismo) ou planejar e controlar completamente a economia e a vida das pessoas (fascismo).  Isto faz com que o liberalismo tenha grande responsabilidade na criação dos contextos para as Grandes Guerras (1a e 2a). Este problema só foi contornado pelo brilhante Keynes em “Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” de 1936.

Keynes guiou Roosevelt para tirar os EUA da depressão, auxiliou Alemanha e Suécia em suas políticas econômicas e influenciou o FED a colocar em sua missão “maximização de emprego”, descartando o liberalismo do Friedman em 1982. Influenciou também os Tigres Asiáticos e a China a fazerem políticas macroeconômicas tão bem sucedidas desde meados do século passado.

Ha-Joon Chang, economista da Coréia do Sul que leciona em Cambridge/UK, escreveu um best-seller (Kicking Away The Ladder), demonstrando quanto os países que divulgam o liberalismo não são nem um pouco liberais em suas próprias políticas externas, e criam empecilhos para os países pobres se desenvolverem fazendo o catch-up.

As ruínas atuais de Argentina e Chile demonstram este problema. E o Brasil de Collor, FHC, Temer e Bozo foram e estão sendo evidências concretas dentro de casa do desemprego e do menosprezo pela população mais pobre do país. Máquinas humanas tratadas pior do que muitos animais irracionais de estimação.

A grande riqueza de uma Nação está no conhecimento dentro dos cérebros de seus cidadãos. O governo tem que se esforçar incansavelmente para garantir a evolução deste conhecimento através de oportunidades de trabalho (empregos de qualidade) e ensino.

Não podemos descansar enquanto não tivermos certeza de que nossa Comunidade e a Humanidade estão evoluindo da melhor maneira possível. Nós Brasileiros precisamos retomar nosso caminho de Evolução constante que tínhamos até 1984. Somos muito melhores do que o desempenho das últimas décadas tem demonstrado.

Ordem, Progresso e Inclusão

130 anos de República. Em 1889 Hermes da Fonseca influenciou seu tio Deodoro a proclamar a república, com base no positivismo que lhe foi ensinado por Benjamin Constant na Escola da Praia Vermelha. Ordem e Progresso. PIB do Brasil que vinha crescendo a 2,4% ao ano em um Império lento, parlamentarista e pouco meritocrático, que demorou para abolir a escravidão, entra em um novo ritmo de 4,1% de crescimento ao ano.

Hermes mais maduro virou Ministro da Guerra, melhorou o profissionalismo do Exército e virou Presidente em 1910, apoiado por Nilo Peçanha. Combate o regime oligárquico da política dos governadores e do café com leite, instala a Escola Militar do Realengo, forma uma nova geração de oficiais e cria uma iniciativa que transformaria o Brasil: Tenentismo. Taxa de crescimento pula para 5,6% ao ano até 1984. Nenhum presidente incompetente e liberal comandou o país neste período. Brasil sempre cresceu a taxas mais rápidas do que a média do mundo, até 1984.

Brasil no PIB Mundial

Em 1985 os militares abandonaram o Brasil, deixando uma hiperinflação causada pela irresponsabilidade fiscal do processo de redemocratização nas mãos do Delfim Netto. Brasil se perdeu. Nós, brasileiros com mais de 30 anos de idade, e renda mensal acima de R$5K, estimo em menos de 10% da população, somos responsáveis por esta vergonha. Somos a pior geração de brasileiros desde a Proclamação da República. Herdamos de nossos pais um país maravilhoso, que vinha evoluindo consistentemente, e conseguimos bagunçar completamente nossas instituições.

Sem a participação dos militares, construímos uma constituição de adolescentes, cheias de direitos e sem responsabilidades. Somos hoje um dos países mais corruptos do mundo, no qual conhecemos quem são estes corruptos, mas não conseguimos prende-los eficientemente ou mante-los atrás das grades. Não há Ordem e Progresso.

Jair Bolsonaro, o Bozo, cometeu um grande estelionato eleitoral vendendo a imagem de Brasil Acima de Tudo, com o apoio das Forças Armadas, e hoje está liderando um governo de direita liberal de desempenho pífio como vinha sendo a Democracia Imperial (1985-2018), sem nenhuma responsabilidade social, envolvendo família imatura, milícia, religião, fakeNews, enfraquecendo a mídia profissional (Globo e Folha) para fortalecer a mídia religiosa (Record), discriminando e desrespeitando 30% da população que é petista, desrespeitando o meio-ambiente internacional, apoiando líderes irresponsáveis (Trump), prejudicando a agenda anti-crime através de acordos com ilícitos do Congresso e do STF (p.ex. COAF, prisão em 2a Instância, Polícia Federal).

Está indo além de qualquer expectativa na criação de um partido de Idade Média com “valores” como religião, milícia e combate ao demônio (Lula/PT). É uma verdadeira Dinastia da Bozolândia, totalmente inconsistente com os valores da República. Foi um Herói ajudando a derrubar a máquina governamental ilícita, mas já cumpriu seu papel e precisamos andar para frente.

Temos 4 oligarquias prejudicando o país: Financeira, Agronegócio, Sacerdócio e Servidores. As três primeiras estão claramente envolvidas com este governo. Sem reorganizar os interesses destas 3 oligarquias ficará impossível voltarmos à evolução.

A oligarquia financeira forçou a subida do juro a partir de 2013 e detonou completamente com o governo Dilma e o PT. Para leigos procuram jogar a culpa da depressão na Nova Matriz da Dilma e nas ilicitudes do PT. Para quem tem um pouco de discernimento, ficou claro que o PIB só melhorou com o Temer quando abaixou o juro de 14,25 para 6,75%. E só melhorou um pouquinho com o Bozo quando abaixou de 6,75% para 5%. A queda do juro aumenta a demanda agregada e dá impacto direto no PIB. Contudo o nível honesto, de taxa neutra, para maximizar demanda e geração de emprego é por volta de 1%, e estamos muito longe disto. Toda a projeção do governo está em manter o crescimento no patamar de 1-3%, sem real enfrentamento com a oligarquia financeira. Este caminho vai manter alto nível de desemprego e queda na renda dos brasileiros.

A oligarquia do agronegócio impôs a Lei Kandir que isentou de tributos as exportações de commodities agrícolas e minerais. Esta iniciativa quebrou as finanças dos estados dependentes destes produtos e prejudicou a industrialização do país através da valorização cambial causada pelo efeito “doença holandesa”. Indústria que é a maior arrecadadora de tributos e que gera o maior volume de empregos de alto valor agregado.

O caminho da Evolução não é pela esquerda nem pela direita. É pelo centro (GV, JK, Costa e Silva, Médici) que através do capitalismo da direita gera recursos para fazer a inclusão social requerida pela esquerda. A direita liberal de Collor a FHC detonou com os empregos nacionais. A Esquerda de Lula/Dilma detonou com as contas públicas. Em ambos os contextos a oligarquia financeira dominou. Lucro dos bancos cresceu 26X de 1997 a 2018 enquanto Brasil cresceu a míseros 2,3%. Hoje com a Dinastia da Bozolândia-Guedes estamos aplicando o pior da Direita (menosprezo por empregos brasileiros) com o pior da esquerda (enfrentamento autoritário nas instituições de mídia e sociais).

Bozo-Guedes, com apoio da oligarquia financeira e da mídia da Seita dos Falsos Liberais Rentistas, estão jogando toda a culpa da depressão em cima do PT. Isto é uma grande mentira tendo em vista que a verdadeira causa foi a elevação do juro pela oligarquia financeira: Depressão BR. A situação socialmente insustentável atrelada a esta grande divisão do país entre bolsomínions e petistas, pode nos levar a uma Guerra Civil Burra.

Desemprego desumano, crescimento pífio, divisão social, impunidade com ilícitos soltos, péssima distribuição de renda, ampliação da miséria, contenção dos programas sociais. Todos elementos explosivos para uma alta instabilidade na República. Um país decente não vai cair do céu sem forte determinação e sem o Espírito Tenentista que vinha nos auxiliando. As Forças Armadas precisam parar de ser Covardes e devem retomar seu papel de garantir Ordem e Progresso como Inscrito em nossa Bandeira, contudo coordenar de maneira que a próxima Revolução seja Democrática e Fortemente Inclusiva.

 

O Panteão da Pátria e O “Milagre” Brasileiro

O Panteão da Pátria deve disponibilizar seu espaço para Honrar os Brasileiros que mais contribuíram para o crescimento econômico e a inclusão social do país. Nosso Ranking dos Presidentes identifica os melhores Brasileiros de nossa Evolução. Os dois principais, autores do Milagre Brasileiro, não são nem mencionados no Panteão em Brasília. Temos obrigação de trazer Verdade para esta História.

Artur da Costa e Silva. Provavelmente o Brasileiro mais importante do século passado, é hoje visto pelas mentes menos informadas como um ditador violento e burro, como pode ser observado no podcast da Folha do Presidente da Semana.

Artur, gaúcho, filho de portugueses, seguiu carreira militar completa desde o colégio, sempre entre os melhores alunos até virar marechal. Um dos expoentes do Tenentismo, desde 1922 sempre esteve envolvido nas principais iniciativas para garantir a melhor liderança para o país (1922, 1924, 1925-26, 1930, 1945, 1954, 1964). Livrou o Brasil das oligarquias da República Velha, e garantiu presidentes de alto nível no período 1931-1984. Presidentes que garantiram taxas de crescimento de 5,6% ao ano, versus os 4,1% que a República Velha atingia.

Coragem, Meritocracia e Cidadania eram valores sempre presentes.

Na Revolução de 1964 Costa e Silva era o Comandante do Exército e permitiu que Castello Branco fosse o primeiro presidente militar na ocasião da Revolução. Castello, liberal, organizou o governo: reduziu inflação de 80% para 40%, teve desempenho econômico médio com crescimento de 3-4% ao ano e persistência do alto desemprego. Em 1966 Costa e Silva foi alvo de atentado no Aeroporto de Guararapes em Recife. Assume presidência em 1967, leva o crescimento para o patamar de 9-10% ao ano através de forte ação do estado, cria 55 estatais (incluindo Mobral), reduz inflação para 19%, posiciona o AI-5 para por a casa em ordem, mas leva sua saúde ao extremo do estresse e tem um derrame cerebral.

Emílio Garrastazu Médici, outro gaúcho, seu amigo, assume o governo, elimina a esquerda armada, cria mais 99 estatais, leva crescimento a 12% ao ano, diminui a inflação para 16%, cristaliza o Patriotismo nos cidadãos (“Este É Um País Que Vai Pra Frente, Povo Unido de Grande Valor”; “Eu Te Amo Meu Brasil, Eu Te Amo”; “Todos Juntos Vamos, Pra Frente Brasil, Salve a Seleção”);  e consolida o Milagre Brasileiro (1968-73) com taxas de crescimento compatíveis com os Tigres Asiáticos (Singapura, Coréia do Sul, Taiwan e Hong Kong).

O podcast da Folha também caracteriza Médici como violento e burro, apesar do sobrenome de uma das famílias italianas mais brilhantes do Renascimento.

Enquanto Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, outros dois excelentes presidentes, tinham grandes Egos, os militares estavam claramente preocupados com os empregos para os brasileiros, sem qualquer tipo de apologia a suas pessoas. Observem os discursos deles no podcast da Folha, inclusive a transparência da decisão a respeito do AI-5 em 1968.

Deve ser levado em consideração que a iniciativa de Costa e Silva e Médici de criar inúmeras estatais foi baseado no fato destas infra-estruturas não existirem no país, e o setor privado sozinho não ter dado conta de cria-las. Foi um Estado Empreendedor, seguindo os preceitos de Keynes de maximização de demanda agregada. Faz todo o sentido do mundo privatizar estatais maduras para gerar recursos e investir em novas estatais em novos setores onde a iniciativa privada não está atuando como poderia. Por exemplo, no transporte ferroviário, incluindo trens de alta velocidade. No caso brasileiro, até hoje, recursos de privatização têm sido usados para pagar endividamento com juros altos e reduzir competição com empresas privadas.

Após a fase do Milagre Brasileiro, entramos no processo de Democratização gerenciado por Geisel (1974-78), que cresceu a média de 6,4% ao ano com inflação subindo para 40%, e Figueiredo (1979-84) que teve crescimento pífio de 2,3% ao ano e deixou o Brasil na hiperinflação. Este processo de democratização reincorporou todas as ilicitudes que o início da Revolução havia restringido, liberou a irresponsabilidade fiscal e a impressão de papel moeda para cobrir os déficit públicos. Delfim Netto é o grande agente do Milagre Brasileiro e da Irresponsabilidade Fiscal quando não tínhamos mais líderes da qualidade de Costa e Silva e Médici.

O aumento da dívida externa e a hiperfinflação não tem nada a ver com o Milagre Brasileiro, e sim com a irresponsabilidade dos agentes que se infiltraram no processo de democratização. Dívida lastreada em ativos que fortalecem a economia do país são muito saudáveis economicamente. Dívida não é saudável quando o país a usa para cobrir déficits fiscais irresponsáveis, situação criada no Brasil a partir de 1979/80.

Historiadores e Jornalistas não conseguem entender as responsabilidades e os desafios a frente dos grandes líderes. Líderes que colocam suas vidas a risco para defender os interesses da comunidade.

Hoje convivemos com uma Dinastia da Bozolândia, totalmente incompatível com o que nossos grandes líderes construíram. Somos muito melhores do que o que está sendo apresentado. Nosso espírito tenentista precisa sair do armário e voltar a impor o ritmo de Ordem, Progresso e Cidadania (Inclusão Social) de nossa Egrégora.

Atitude de Brasileiro, Cidadão do Mundo

Nossas atitudes são a principal causa de não estarmos evoluindo. Nós, brasileiros com renda acima de R$5K/mês (estimo em menos de 10% da população), que possuem consciência clara da situação e determinam as principais decisões do país, estamos cometendo erros em nosso dia a dia que nos colocaram neste imbróglio econômico e social em que nos encontramos. Precisamos parar de colocar a culpa em questões externas (políticos, estrangeiros, juízes, governo etc.) e reconhecer que nossas atitudes são a causa. Economistas, empresários e advogados.

Certo é o que dá certo, não o que parece certo. Com esta regra básica de busca da Verdade, devemos abrir nossas mentes para achar as reais causas que precisam ser combatidas para garantir nossa Evolução.

A Lei da Evolução é uma das principais Leis Naturais com a qual convivemos. Desde o primeiro próton há 14 bilhões de anos, o universo evolui constantemente. Vida começou há 2 bilhões de anos com a primeira célula e hoje nossa alma habita esta máquina fantástica que é o Corpo Humano.

A constante busca da Verdade garante esta evolução. Verdade não é o que algumas pessoas dizem. Não há dono da verdade. Verdade é tudo que pode ser contestado e os fatos demonstram que ela faz sentido. A regra da Fé é uma das regras criadas para manipular seres humanos a viverem fora da Verdade. Adão e Eva, Terra Plana, Geocentrismo e até mesmo Deus, foram conceitos de Fé que mais serviram para manipular os seres humanos do que para Ilumina-los.

Como Brasileiros, Cidadãos do Mundo, precisamos garantir a evolução de nossa comunidade através da constante busca da Verdade em questões religiosas, sociais, ambientais e econômicas. O governo medíocre que se instalou no país está aplicando um modelo de fé, de salvador da pátria, tentando cegar os brasileiros com suas ideologias extremamente infelizes. Coragem, meritocracia e cidadania não são os valores da maioria dos membros do governo, apesar de serem das Forças Armadas que construíram esta Nação. Vivemos em uma Dinastia da Bozolândia e precisamos enfrenta-la como enfrentamos os governos anteriores.

Na frente religiosa, tivemos um 7 de setembro com um sacerdote no altar, situação típica de Idade Média. Inúmeros ilícitos religiosos no Congresso, pagos para garantir os direitos deste grupo, que sem consultar Deus, não querem pagar tributos. Objetivo da religião é fazer o Bem para a maioria, não é arrecadar o máximo de fundos para o sacerdócio como vemos claramente no caso brasileiro, incluindo a igreja católica do vaticano de ouro e a maioria das evangélicas.

Na frente social há um total menosprezo para emprego, educação e inclusão social, fatores primordiais para nossa evolução como comunidade com substância de conhecimento.

Na frente ambiental acham que têm o direito de detonar nosso meio-ambiente em nome do progresso criado por uma minoria de empresas florestais e agrícolas que geram empregos braçais em pouco volume e de baixo valor agregado. Irrelevantes para a economia nacional. Trogloditas queimando as florestas.

Na frente econômica a cegueira é a mais maléfica porque com a falta de recursos o dano nas outras frentes é ainda maior. Economia foi criada para gerar progresso constantemente, sem desculpas. Smith e Keynes foram os dois principais nomes que demonstraram este caminho. Singapura, China, Coréia do Sul e EUA são exemplos da viabilidade deste modelo. Uma nação só não gera progresso constantemente se houver algum grupo manipulando a situação. É exatamente este o caso do Brasil:

  • Taxa de juro nível neutro deveria ser de 1-2%, não 6%. Seguindo melhores práticas internacionais nas quais o juro é definido para garantir pleno emprego através de política expansionista de base monetária (Friedman). Mercado internacional atualmente cobra 1% de juro real do Brasil para títulos de curto prazo. Nosso governo deveria pagar menos do que isto no mercado interno onde controla esta taxa, não mais.
  • Lucro dos bancos multiplicou-se 26X de 1997 a 2018, 10% de crescimento real por ano enquanto o país cresceu menos de 2,4%.
  • Membros do Copom, que definem a taxa de juro, são do mercado financeiro. Atual presidente é do Santander.
  • Taxa de câmbio de nível de competitividade econômica internacional para o Brasil é de R$9. Efeito de doença holandesa de nossas commodities agrícolas e minerais sobrevaloriza esta taxa, causando desindustrialização e perda de arrecadação tributária.
  • Oligarquia do agronegócio que domina o Congresso mantém a Lei Kandir, que isenta exportações de commodities agrícolas e minerais de pagarem impostos sobre o faturamento (ICMS, IPI, PIS-COFINS)
  • Menosprezando situação de desemprego e falência fiscal do país, equipe econômica atual foca exclusivamente em temas de interesse do setor financeiro:
    • Reforma da previdência privilegiando negócio para a previdência privada
    • Privatização gerando negócios para os bancos de investimento
    • Retirada das instituições financeiras públicas do mercado de crédito (BNDES, CEF, BB); deixando este mercado exclusivamente para o setor privado (como empresário estou pagando juro de 21% ao ano para financiar equipamentos industriais, concorrência internacional paga 2-3%)
    • Independência do BC para garantir a perpetuidade destas políticas macro-econômicas irresponsáveis; já tinham colocado a missão de minimizar inflação ao invés de maximizar emprego (missão do FED nos EUA)
  • Desempenho pífio:
    • em crescimento (menos de 1% em 2019, 2% em 2020),
    • em desemprego (12% podendo piorar),
    • em responsabilidade fiscal (quebraram regra de ouro em R$240B em 2019 e vão quebrar de novo em 2020) e ainda querem aumentar a carga tributária com novos tributos (CPMF)

Apesar de todas estas evidências, não há uma discussão honesta sobre estes temas. Há cegueira de opinião, perspectivas ideológicas de falso liberalismo, condenação do PT, discriminação na sociedade, desrespeito ao meio-ambiente e comportamentos desonestos evidentes na presidência: questão Queiroz, prole em cargos do governo, desvios dos esforços Lava Toga, envolvimento do sacerdócio desonesto em política, influência na Polícia Federal, nos órgãos de controle (COAF), alinhamento com ilícitos do Congresso e do STF.

Em resumo o país está uma baderna e nós continuamos sendo os culpados. Economistas, empresários e advogados precisam se unir para trabalharmos em prol da Verdade em Atitude de Brasileiro da Era do Moro, não de Covarde da Era da Lei de Gerson.

Presidente Moro na Democracia Ineficaz

Moro é a melhor solução para a Presidência do Brasil considerando nossa História e contexto político. É necessário que construamos esta alternativa antes de 2022.

Tem brasileiro que acha que vive em país democrático porque vota para os cargos políticos. Com 37 milhões morando em favelas (18% da população), 12% no desemprego, 43% na informalidade e uma das piores concentrações de renda do mundo, é impossível querer acreditar que vive em uma democracia que visa o Bem da maioria. Os fatos demonstram que isto não é verdade.

Apesar de não vivermos em uma democracia plena, o melhor sistema para os brasileiros é o do voto direto para presidente. Basta analisar nossa história. Sempre que dependemos do Congresso para alguma decisão importante tivemos problemas sérios:

  • Em 1922 não impediram que Artur Bernardes assumisse na política do Café com Leite, apesar do povo estar totalmente contra o candidato
  • Em 1961 na renúncia do Jânio, instalaram um parlamentarismo com o Tancredo que foi o maior fracasso. Piorou a situação.
  • Em 1988 fizemos a Constituição dos Direitos Sem as Responsabilidades, que fez surgir um dos maiores esquemas de corrupção da humanidade, nos 3 poderes.
  • Em 2016 distorcem Leis Anticrime na noite do acidente da Chapecoense
  • Em 2017 mantém Temer (o Ilícito) por duas vezes no poder apesar de 90% de desaprovação popular
  • Em 2019 tentam passar leis para conter Abuso de Autoridades que buscam por um fim a Era da Lei de Gerson; tiram COAF da Justiça e perseguem Sergio Moro.

Nosso Congresso não forma líderes, simplesmente agrupa inúmeros ilícitos, que sempre controlam a maioria. Vários dos brasileiros mais ilícitos que tivemos passaram pela liderança do Congresso (Sarney, Temer, Cunha, Renan etc.).

Por outro lado, via voto direto, sempre escolhemos o menos pior dos candidatos. No momento da perda não sentimos isto, mas se analisarmos as circunstâncias históricas, considerando o que seria melhor para a maioria da população, precisamos reconhecer que os melhores sempre venceram.

Para continuarmos a evoluir, precisamos melhorar os candidatos, de maneira a termos menos piores realmente bons. Este foi o caso até 1984, e deixou de ser quando entramos nesta fase de Democracia Imperial (1985-2018) com desempenho econômico pífio de menos de 2,4% de crescimento por ano.

No atual imbróglio político e econômico que nos encontramos, com a Dinastia da Bozolândia piorando o país economicamente, dividindo os brasileiros, tentando desrespeitar a governança da Justiça (Polícia Federal, COAF, Queiroz, Milícia, Receita, acordo com Toffoli), desrespeitando o meio-ambiente e a boa diplomacia, corremos o sério risco de voltar a um ciclo de candidatos menos ruins em 2022. A alternativa Doria, com inteligência e competência, é amarrado com os ilícitos políticos e empresarias do passado. Seu amigo Temer fez com que ele quase perdesse a eleição para governador. Neste contexto volta a forte ameaça da esquerda irresponsável e ilícita.

A solução de consenso nacional é o Sérgio Moro. Ele já teria ganho do próprio Pixuleco nas eleições passadas, contudo não quiz partir para a carreira política. O único brasileiro com apoio legítimo da população, por mérito, e com o devido nível de inteligência é ele. Bozo está tentando diminuir o papel do Moro, contudo o poder de sua imagem é inquestionável. Temos desafios sérios para consertar as instituições (Congresso, Justiça, Executivo, Banco Central etc.). Moro é o Presidente de Honra do Brasil e precisamos convence-lo disto.

Um Plano para o Governo: Revolução Democrática

Tivemos líderes muito bons no Brasil. Os que mais se destacaram na geração de riqueza através de emprego e inclusão social foram Costa e Silva, Médici, Vargas, JK e Castello Branco.

Estamos em um grande imbróglio institucional e econômico. Ilícitos no Congresso e no STF se defendendo, desemprego alarmante e sem perspectiva de redução no curto prazo, dinastia da Bozolândia em questões de laranjas e diplomáticas, divisão improdutiva entre esquerda e direita. Uma das piores concentrações de renda do mundo ficando ainda pior. E as mesmas oligarquias de sempre controlando a agenda do país: financeira, agronegócio, sacerdócio e servidores. Como aproveitar os melhores recursos que temos e fazer um Reset no país? Nossos líderes já fizeram isto algumas vezes no passado: 1889, 1930 e 1964. Está na hora de novo.

PLANO PARA O GOVERNO: REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA

Liderança: Sérgio Moro, Mourão ou Bolsonaro Enquadrado

Economia. Resolução de problemas fiscais e de emprego.

  • Estabelecimento de Ministério do Planejamento forte para trabalhar plano de crescimento com inclusão social para os próximos 30 anos. Taxas mínimas de 6% ao ano.
    • Taxa de câmbio de nível de competitividade econômica internacional de R$9
  • Nomeação de Presidente do Banco Central independente do setor financeiro, por mérito seria André Lara Resende, mente responsável pelo Plano Real, com responsabilidade social, fiduciária e fiscal necessárias para o cargo
    • Taxa selic de juro neutro de 1-2% ao ano
  • Definição de Estrutura Tributária inteligente com base nas melhores práticas internacionais em cima de receita, lucro e patrimônio.
    • Tributação na exportação de commodities agrícolas e minerais com o novo patamar cambial (eliminação do efeito de doença holandesa).
    • Tributação do sacerdócio

Justiça. Resolução de problemas de valores éticos e morais

  • Demissão dos ministros com forte suspeição ilícita indicados por ilícitos para o cargo: Gilmar Mendes, Toffoli, Lewandowski, Moraes, Marco Mello, Celso Mello e Rosa Weber
  • Seleção de 7 novos membros feita pelos 4 membros restantes (Fachin, Fux, Barroso, e Carmen Lúcia)

Congresso. Estabelecimento de uma Carta com responsabilidades e direitos.

  • Fechamento imediato do Congresso
  • Convocação de Assembléia Constituinte através de voto distrital
  • Definição de Princípios importantes para a Nova Constituição em termos de responsabilidades e direitos dos cidadãos. Observação de melhores práticas internacionais (p.ex. EUA, Singapura e Holanda).
    Missão de crescimento econômico com inclusão social respeitada em cada linha dos Princípios e do Detalhamento
    Economia (foco em crescimento, emprego e questões fiscais),
    Inclusão social (direcionamento de investimentos para educação, saúde, moradia e transporte públicos)
    Política (voto distrital, recall de presidente, governadores e prefeitos com desempenho e aprovação abaixo de metas estabelecidas, controle e limite da participação de membros de igrejas e servidores públicos)
    Servidores (remuneração e condições similares ao setor privado),
    Crimes (pena capital)
  • Proibição de voto em questões de conflito de interesse (regulamentação e controle dos lobbies)
  • Detalhamento consistente com os Princípios
  • Acomodação de interesses tendo como base a 2a melhor opção de cada grupo.

Fundo de Inclusão Social. Eliminar a miséria e enriquecer os cérebros dos brasileiros

  • Criação de Fundo de Inclusão Social com recursos recuperados de agentes ilícitos dos últimos 50 anos: empreiteiros, banqueiros, políticos, igrejas, servidores, produtores rurais e outros agentes que prejudicaram nossa comunidade
  • Gasto prioritário em educação, saúde e moradia dos 20% mais pobres do Brasil

Eleições Diretas para todos os cargos no Executivo e no Legislativo.

 

O Foco tem que ser na Demanda

O governo brasileiro está focando suas energias no liberalismo de oferta, e menosprezando a importância do planejamento macroeconômico para o fortalecimento da Demanda por nosso trabalho. Precisamos considera o sucesso de planejamento governamental nos casos de Singapura, China, Coréia do Sul e EUA. Temos uma grande oportunidade à frente, nos mercados de EUA e China/Ásia, e temos que aproveita-la com inteligência, no espírito nacionalista de Getúlio Vargas, JK, Costa e Silva, e Médici.

O Brasil vive um grande momento em sua História no qual temos um recorde de participação da população tentando melhorar o País:

  • Em 2011 Dilma é eleita com o objetivo de Eliminar a Miséria no país.
  • Em 2012 tenta através da Nova Matriz Econômica reduzir o juro, diminuir tributos e dar incentivos para a indústria nacional crescer
  • Em 2013 manifestações de rua forçaram mudanças na legislação melhorando práticas anti-corrupção (p.ex. delação premiada)
  • Dilma libera elevação de juro e quebra a Nova Matriz. Selic de 7,25% sobe para 14,25%. PIB de +3% cai para -4% e coloca o país em uma de suas piores depressões.
  • Em 2014 Operação Lava Jato inicia Era do fim da Lei de Gerson. Ilícitos ficam desconfortáveis em todos os cargos públicos e inúmeros vão para a cadeia com a aprovação de prisão após condenação em 2a Instância. Regra mantida no STF pelos 4 ministros indicados por Dilma (Barroso, Fachin, Weber e Fux)
  • Dilma é impedida em 2016, Cunha é preso em 2017, Lula em 2018 e Temer em 2019
  • Em 2019 Bolsonaro assume com a Dinastia da Bozolândia (desmeritocracia, ego e discriminação de brasileiros petistas e outros) e com uma equipe econômica liberal que nada faz para melhorar as condições de vida do brasileiro. PIB cai 0,2% no primeiro semestre, desemprego se mantém em 12% e as projeções econômicas são todas medíocres para um país em desenvolvimento.
  • Insatisfação popular se acentua e tende a se agravar; a população brasileira continua acompanhando a política de perto.

Em resumo, não há motivos para cruzar os braços. O país não vai melhorar se ficarmos parados. A pressão tem que continuar na busca da Verdade do que é melhor para nossa comunidade.

Economia é o que mais afeta a qualidade de vida de todos nós e a situação continua muito ruim com desemprego por volta de 12%, informalidade em 43%, salário médio de R$2,5K/mês, desindustrialização, desalento, queda de renda e discriminação entre brasileiros.

E é neste aspecto econômico que o governo Bolsonaro mais decepciona apoiado pelos mesmos empresários que nos colocaram neste buraco. Uma visão míope de um falso liberalismo que não traz progresso significativo. As economias mais fortes e de maior sucesso em crescimento econômico não utilizam liberalismo irresponsável. Possuem claro foco em geração de emprego e renda para sua população. Vide Singapura, China, Coréia do Sul e EUA: Crescimento Inflação e Liberalismo.

A equipe econômica e os empresários que a apoiam estão concentrando esforços em questões de oferta (produtividade, privatização, desburocratização, previdência, abertura de mercado, reforma tributária, concessões etc.) com muito pouca atenção para questões de demanda que impulsionam crescimento, renda e solvência das contas públicas. Duas variáveis colocam o Brasil no trilho do progresso: câmbio de competitividade econômica internacional (R$9) e juro taxa neutra de 2%.

O câmbio afeta a demanda no consumo externo (aumento de exportações), no consumo interno (substituição de importações) e nos investimentos (aumento do lucro gera mais investimentos das empresas privadas e aumento de arrecadação tributária que gera mais investimentos públicos). A taxa de juro neutra de 2% aumenta o crédito que aumenta o consumo interno e a arrecadação, assim como reduz as despesas financeiras do governo aumentando a poupança fiscal que se transformará em investimento público.

É importante alavancarmos este alto nível de participação que atingimos para esclarecermos dúvidas sobre como realmente devemos gerar riqueza em nosso país e promover a inclusão social que enriquecerá ainda mais nossa comunidade.