Bem-vindo!

O objetivo da Ciência Econômica é gerar riqueza. De 2014 a 2016 destruímos R$3 trilhões. Temos um problema sério de gestão macro-econômica com desrespeito às melhores práticas internacionais desenvolvidas por Smith, Keynes e Friedman. Divulgamos conhecimento para o Brasil crescer 10% ao ano distribuindo renda (GINI abaixo de 0,35). Demonstramos um Orçamento Socialmente Responsável com 3 medidas-chave para maximizar a demanda agregada e retomar pleno emprego com industrialização:

Apresentação com Resumo Geral do blog: Br – Macro Para Crescimento Inclusivo

No Menu a esquerda temos páginas com conceitos e dados relacionados ao nosso objetivo.

Abaixo estão os artigos escritos no blog em ordem de relevância e cronológica.

Nossos conceitos são consistentes com a boa Teoria Econômica de Smith, Keynes, Friedman e Stiglitz, sempre considerando a evolução da Riqueza da Humanidade.

Somos sócios neste país. Reflita sobre nossos pontos e argumentos. Use lógica e bom senso da teoria econômica. Algo tem que estar muito errado para termos vôo de galinha de 1% ao ano em PIB/cap desde 1980. Estamos em depressão econômica e o desastre social está se ampliando. Já temos uma das piores concentrações de renda do mundo. Chega de miséria. Entenda A Natureza da Vida Humana e vamos evoluir nossa comunidade mudando este jogo.

Seja responsável pelo futuro de nosso país e participe tomando iniciativas em sua comunidade.

Forças Armadas Realinhando para o Progresso

Comandante Mourão avisou. A Verdade da situação atual é inegavelmente complicada. A solução virá através das Forças Armadas. Não vejo outra saída realista, ou melhor para o Brasil, ou mais consistente com a nossa História. Vamos combater os tabus e entender as vantagens desta evolução.

As Forças Armadas são a instituição brasileira com direito de portar armas. Qualquer brasileiro pode servir. Os melhores sobem na hierarquia e viram generais. Defendem a Ordem e o Progresso. O ponto de união, o principal valor compartilhado, é o amor à Pátria. Dão a vida para defender o Brasil e estão ardendo na situação atual. Corrupção ali não se sustenta. O soldado é armado. Se o líder for mau exemplo, vai acabar morto.

Foram as Forças Armadas que nos libertou de Portugal, nos evoluiu do Império organizando a República e impediu o desenvolvimento do comunismo. Ignorância querer comparar nossas Forças Armadas com o caso de Fidel em Cuba, Chaves na Venezuela e outros ilícitos e ineptos de países mundo afora. A Instituição aqui é um de nossos orgulhos nacionais e foi exatamente seu distanciamento do poder que permitiu esta baderna atual.

O que a Verdade (o Bem para a maioria dos Brasileiros) nos traz pela frente:

  • Destituir quase todo o Executivo, pelo menos 70% do Congresso e pelo menos 4 membros do STF
  • Tirar do mercado financeiro o controle sobre a política macro-econômica (juro e câmbio)
  • Balancear direitos e responsabilidades na Constituição
  • Acabar com estabilidade no emprego dos funcionários públicos e criar sistema de remuneração compatível com o setor privado
  • Balancear a previdência
  • Priorizar investimentos em infra-estrutura social para beneficiar todos os Brasileiros
  • Eliminar tráfico de drogas e privilégios das religiões, incluindo isenção tributária, envolvimento no Congresso e dinheiro na cueca.

Nossas leis não permitem este tipo de ajuste e não temos líder civil para o desafio. Mesmo o bom gestor Doria está de namoro com o ilícito MT, é filiado a partido quase totalmente corrompido e está amarrado com o status quo do empresariado oportunista, incluindo nesta lista banqueiros e certos pastores evangélicos.

A única solução independente que nos resta está nas Forças Armadas. O que devemos esperar deles desta vez:

  • Rápido afastamento e punição dos ilícitos
  • Planejamento ordenado e competente da economia nacional
  • Envolvimento democrático de toda a população na formação de novas lideranças políticas incluindo forte monitoramento na transição para evitar novo retrocesso

A Pena Capital e o Crescimento Econômico

Muitas pessoas consideram a pena capital como um ato violento. Ruim para a comunidade. Precisamos entender melhor o conceito antes de julga-lo. Alguns países Iluminados, de sucesso econômico e razoável distribuição de renda, possuem a pena capital. Entre eles destacam-se Cingapura, EUA e China.

A pena capital para certas situações como estupro, pedofilia, tráfico, assassinatos e corrupção sem demonstração de arrependimento e minimização de prejuízos para a sociedade pode sim melhorar a comunidade.

Como seres humanos temos o tal do interesse próprio, que é positivo para a nossa evolução (p.ex. agente no capitalismo), contudo é perigoso se deixado atuar livremente, sem controle pela comunidade. Democracia é uma das ferramentas sociais para controlarmos nosso interesse próprio. Com incentivos errados nos achamos deuses e queremos ter direitos maiores que nossos concidadãos sem as devidas responsabilidades. Este é o problema com os reis, imperadores, ditadores etc. Democracia apareceu para acabar com este problema de abuso. O líder deve estar nesta posição porque trabalha para o Bem comum.

Direitos e responsabilidades. O direito à vida no universo vem com a responsabilidade de cada ser vivo melhora-lo, contribuir para aumentar a energia positiva da vida. Lei da evolução. Se alguém decide com seu livre arbítrio prejudicar este acordo da vida, melhor que seja eliminado. Energia negativa para a comunidade deve ser suprimida.

Na situação atual do Brasil seria hipocrisia dizer que no lugar destes políticos e empresários não estaríamos nos comportando exatamente como eles. O sistema de incentivos atual os conduziu a este comportamento. E o interesse próprio deles capturou a oportunidade. Como fazer para que os próximos não tenham o mesmo comportamento? Como outros países fizeram para lidar com esta situação?

Alguns países religiosos extremistas possuem a pena capital para controlar e manipular quem está embaixo. Outros possuem para controlar também quem está em cima. A inexistência de pena capital protege comportamentos ruins visto que pessoas covardes são as que mais os praticam, sendo assim o risco de morte contém fortemente estas atividades prejudiciais à vida.

Qual teria sido o comportamento destes brasileiros que se corromperam se houvesse a pena capital? Continuariam mentindo após serem pegos? Iriam procurar ajudar nas investigações e minimizar o dano causado para a sociedade?

As ilicitudes das equipes econômicas que nos colocaram nesta depressão, que causaram e estão causando a morte desnecessária de dezenas de milhares de brasileiros por ano através das externalidades de aumento de violência e falta de recursos para saúde e segurança pública. Assassinatos brancos. Que tipo de punição merecem?

Geração de Riqueza com Distribuição de Renda. A Vós Confio!

Uma das leis naturais da Humanidade é a da evolução. Progresso. Temos isto em nosso instinto e em nosso DNA. Em um país significa aumentar o PIB com distribuição de renda, ou seja, crescimento inclusivo. E a ciência econômica já decifrou este processo há centenas de anos através de Iluminados como Adam Smith e John Maynard Keynes.

O processo de crescimento depende da maximização de demanda agregada (Keynes) e do uso cada vez mais produtivo dos recursos nacionais (mão-de-obra, terras, equipamentos, infra-estrutura e capital). Sem demanda não ha razão para produzir, então não há utilização adequada dos recursos.

Demanda agregada é composta pelo consumo interno e externo (exportação), assim como por investimentos privados e públicos no país. As variáveis que definem esta demanda agregada estão quase todas nas mãos da equipe econômica do governo: taxa de câmbio, juro e poupança fiscal (receitas menos despesas do governo, incluindo juro).

Definida boa demanda agregada pela política macro-econômica, ficamos dependentes do capitalismo e da democracia para termos um crescimento inclusivo eficiente. Dois agentes econômicos são fundamentais, o empresário e o político. No capitalismo a demanda agregada cria o incentivo correto para o empresário que, vendo a oportunidade de lucro através de seu interesse próprio, organiza o sistema produtivo gerando emprego e arrecadação tributária.

De maneira complementar a democracia elege o político que vai atender o interesse da maioria da população, direcionando os gastos públicos para garantir a inclusão social, o uso do potencial de inteligência nacional dentro dos 200 milhões de cérebros brasileiros.

Nosso capitalismo dormente não está funcionando porque não temos a demanda agregada adequada para o crescimento devido a distorções na política cambial, na taxa de juro e na poupança fiscal. Esta incorreção na demanda agregada é causada por ilicitude na equipe econômica do governo que protege os interesses de um único setor (o financeiro) visto que não é atingida efetivamente pela democracia, que é muito fraca em nosso país.

Democracia não é votar, e sim ter um governo que faz o que interessa à maioria. Este interesse pode ser levantado pelo voto, ou por uma pesquisa de opinião. É fácil de ser compreendido. Os institutos de pesquisa fazem isto frequentemente. Se observarmos pesquisas na China, ou em Cingapura, e compararmos com uma no Brasil, fica evidente que a democracia é muito mais forte nestes dois países, do que aqui, apesar de na China não haver eleição popular, dentro do sistema comunista de governo.

Nosso país foge da Verdade (evidências científicas que levam ao crescimento) e do Bem (interesse da maioria dos cidadãos). E a responsabilidade disto é nossa, porque não ouvimos com respeito nosso Eu interior, nosso instinto natural, que sabe muito bem o que deve ser uma comunidade mais justa e bacana. Deixamos nosso livre arbítrio ser dominado pelo interesse próprio de curto prazo, que não leva à evolução de nossa alma, mas mantém um status quo inadequado, do qual sentimos vergonha, criticamos, mas fazemos pouco a respeito.

Nossa Egrégora nacional tem evoluído muito nos últimos anos com a operação Lava Jato e o esforço de vários outros Brasileiros. Não podemos desperdiçar a oportunidade de contribuir, deixar nosso legado para a geração de nossos filhos. O que você fez nesta vida que contribuiu para um Brasil melhor? O que ainda pode fazer? Quer ter orgulho do legado que vai deixar no país? A Vós Confio!

O que você pode fazer pelo Brasil IV – Credo dos Assassinos

Estamos vivendo um contexto extremamente negativo e há necessidade de fazermos algo a respeito para merecermos um país melhor. Pesquisa Datafolha indica que ainda não merecemos. Vamos aos fatos.

No momento vivemos uma Ditadura da Ilicitude.

Executivo claramente ilícito: distorceu TSE na votação da chapa elegendo membros ilícitos para controlar a votação; comprou o voto dos congressistas para não ter a denúncia; foi gravado em conversa claramente criminosa; colocou Alexandre Moraes no STF que segurou a discussão de foro privilegiado; colocou a Dodge na PGR fazendo encontros escusos noturnos fora de agenda; envolvidos na Lava Jato o presidente e a maioria dos ministros. Não há o mínimo escrúpulo.

Legislativo claramente ilícito: distorceu as leis anti-corrupção e votou na noite da tragédia Chapecoense; não aceitou a denúncia contra MT; maioria dos membros envolvidos na Lava Jato; aprovando orçamento bilionário para campanha política enfatizando o contínuo uso da mídia para distorcer o voto democrático bem informado.

Judiciário duvidoso. Vergonha do TSE que não puniu a chapa ilícita. Risco de retorno na prisão em segunda instância com a morte do Teori e indicação do Alexandre Moraes. Mudança na PGR para indicada pelo presidente ilícito em encontro noturno. Polícia Federal querendo se envolver em delação sem ter a independência necessária do poder executivo como tem, ou tinha, o MPF. Estão inclusive questionando decisões do MPF.

A situação é de desordem institucional. Podemos reconhecer que mesmo assim a situação ainda é muito melhor do que há 10 anos atrás, quando tudo ocorria, tínhamos consciência, mas nada acontecia. Impunidade era total.

Na área econômica, que impacta mais a vida dos brasileiros, a situação permanece muito ruim. BC continua com a taxa de juro ilícita de 9,25%, indicando 7 a 9% de juro real quando o mercado internacional nos cobraria 1%. Totalmente contra qualquer política monetária de bom senso técnico que deveria ser de expansionismo de base monetária com juro moderado para estimular a demanda agregada e reduzir o desemprego. Setor financeiro controlando a agenda de maneira que já gerou R$3,5 trilhões de prejuízos ao Brasil. Desemprego chegou a 14% e deve continuar subindo com a restrição de demanda agregada causada pelo déficit nominal, doença holandesa e aumento de trabalhadores com o crescimento vegetativo do país. Violência escalando rápido com a queda da renda da população e a restrição dos recursos públicos para os serviços essenciais de segurança, infra-estrutura e saúde.

A situação é nitidamente de regresso econômico e social. Nada de progresso.

Neste contexto institucional, político, econômico e social, 43% dos leitores da Folha acham que o MT deveria continuar o mandato, enquanto 84% da população brasileira é contra. Em resumo, podemos inferir que 43% da elite brasileira que lê jornal, e é bem informada, prefere conviver com a Impunidade. Estão de alguma forma se beneficiando deste sistema. Parece que ensinam seus filhos que o problema não é fazer a coisa errada, é ser pego fazendo a coisa errada. Lei de Gerson. Isto não é democracia. É ditadura da Ilicitude.

Nosso povo é bom: 84% não aceita isto. Nossa terra é maravilhosa: litoral muito bacana, Amazônia, Foz do Iguaçu, Pantanal, áreas agrícolas, clima sem frio extremo e sem desgraças sísmicas e atmosféricas. Temos os recursos que precisamos para ser um país de sucesso e felicidade, mas estamos com um claro problema de valores na elite que toma as decisões.

Caímos na situação de um Credo dos Assassinos:

  • Quando as verdades não podem ser questionadas (p.ex. juro e impunidade),
    Nada é Verdade
  • Quando os cidadãos de Bem ficam restritos pelas leis e pela moral,
    Tudo é Permitido
  • Precisamos viver na escuridão para proteger a Luz (o Bem para a maioria da comunidade)
  • Há necessidade de sermos Assassinos

A similaridade de nosso contexto com a Idade Média é algo assombroso. Estamos em um grande imbróglio, caímos em um limbo institucional. Precisamos agir para merecer um país melhor. O Bem está escrito dentro de todos os seres humanos, em nosso código genético, em nossa consciência. Não estamos sozinhos querendo o Bem, somos a maioria, mas precisamos agir, municiando o MPF, a Polícia Federal e as Forças Armadas.

O País Está Imprevisível

Nossa situação está extremamente complicada onde ante-vejo 4 cenários, nenhum com mais de 25% de probabilidade de efetivamente ocorrerem.

  1. MT continua até o final de 2018.
    • PIB 2017: -2%; Desemprego 15%; Inflação: 4%; R$/USD: 3,30
    • PIB 2018: 0%; Desemprego 17%; Inflação: 4%; R$/USD: 3,40
  2. Eleições Indiretas
    • PIB 2017: -1%; Desemprego 15%; Inflação: 4%; R$/USD: 3,50
    • PIB 2018: 1%; Desemprego 16%; Inflação: 4%; R$/USD: 3,60
  3. Eleições Diretas
    • PIB 2017: -1%; Desemprego 15%; Inflação: 4%; R$/USD: 3,60
    • PIB 2018: 3%; Desemprego 13%; Inflação: 5%; R$/USD: 4,00
  4. Reorganização Militar da Ordem e Eleições Diretas
    • PIB 2017: 1%; Desemprego 14%; Inflação: 4%; R$/USD: 4,00
    • PIB 2018: 10%; Desemprego 8%; Inflação: 9%; R$/USD: 8,00

Os cenários são bem distintos e os eventos que temos vivenciado demonstram que todos eles são possíveis. A dinâmica social e de relacionamento entre as instituições devem definir como estas probabilidades vão avançar.

A principal razão de ansiedade e incerteza é que não é possível fazer planejamento em cima de cenário com menos de 25% de probabilidade. O país está parado economicamente direcionando nossa energia para o exterior, a chance de nosso mercado ser interessante nos próximos 24 meses é menor do que 75%.

Um Sistema Financeiro Contra o Brasil

Minha forte hipótese é que nosso sistema financeiro é Criminoso. As bases desta hipótese são uma série de evidências que listo abaixo. O sistema todo nega estas evidências da mesma forma que Lula, Temer, Dilma, Cunha, Aécio e Cia. Ltda. negam as ilicitudes deles.

  1. Paga-se juro real de mais de 6% ao ano no Brasil enquanto o mercado internacional nos cobraria 1%; somos um país, com responsabilidades e ativos de longo-prazo, que são tratados de maneira muito diferente de empresas ou pessoas físicas que podem falir ou falecer. O governo sempre é o devedor de menor risco e não é questão de déficit fiscal de curto prazo que piora a situação a este nível.
  2. Não há responsabilidade fiduciária entre os membros do BC e do Copom. A postura deles é sempre de justificar juro alto, em atitude desalinhada com o interesse da população brasileira que tem o juro como despesa, não receita. Falam e agem com os interesses alinhados com o “Mercado” nacional.
  3. Mentem descaradamente sobre razões para usar juro alto que vão contra as melhores práticas internacionais de macro-economia e as evidências empíricas
    • usam meta de inflação quando não há correlação entre inflação abaixo de 40% ao ano e crescimento econômico na estatísticas de vários países de sucesso. Por exemplo, Coréia do Sul cresceu a taxas de 10% ao ano de 1960 a 1980 com inflação média de 19% ao ano
    • combater inflação com juro vai contra o princípio de laissez-faire defendido por Adam Smith. Os preços são importantes fatores para regular o mercado. Devem flutuar para otimizar oferta e demanda na geração de riqueza.
    • boa política liberal defendida por Milton Friedman recomenda expansionismo de base monetária com juro moderado em recessões com ociosidade de mão-de-obra. Estamos com 14%.
    • enfatizam o superávit primário (resultado antes do juro) sem qualquer restrição no déficit nominal, que é o principal indicador de saúde fiscal
    • neste momento de ociosidade de mão-de-obra, Keynes iria recomendar além de juro mínimo (contenção natural de despesas), investimentos em infra-estrutura para ocupar os desempregados na geração de riqueza com fluxo de caixa futuro
  4. Usam irresponsavelmente o câmbio flutuante para manipular a inflação e prejudicar os bons empregos brasileiros. Nossa indústria de transformação saiu de 25% do PIB em 1990 para menos de 9% atualmente. Não possuem nenhuma responsabilidade social e menosprezam o fato do FED ter maximização de emprego como sua missão.
  5. A elevação do juro a partir de 2013 de 7,25% para 14,25% enfraqueceu a economia, diminuiu a arrecadação tributária e aumentou as despesas financeiras levando o déficit nominal de 2% para 10% em 2 anos. Nosso PIB saiu de +3% (2013) para -3,8% (2015). Causou um prejuízo econômico de R$3 trilhões entre perda de PIB e aumento de endividamento entre 2014 e 2016. Desemprego foi de 6% para 14%.
  6. 9 membros no Copom definem orçamento de R$300-500B/ano em juro. Achamos ilicitudes em praticamente todos os órgãos públicos, muitos deles com orçamentos 1.000 vezes menor do que este e envolvendo muito mais agentes. Estes seres humanos com certeza não são exceções em nossa espécie.
  7. Nas economias organizadas o setor financeiro possui beta de 1.0, ou seja, possuem resultados correlacionados com o desempenho da economia como um todo. O Brasil afundou 3,8% em 2015, 3,6% em 2016 e os bancos tiveram lucros recordes e muito fortes. Em resumo, o beta deles pode ser considerado zero, faça sol ou faça chuva eles não se molham.
  8. Colunistas, professores e jornalistas dos principais jornais nacionais defendem os interesses do setor nos debates nacionais, enfatizando as variáveis que lhes são propostas, em posição de conflito de interesse dos colunistas e falta de ética jornalística. Conflito de interesse porque economistas ligados a instituições financeiras, direta ou indiretamente, que têm juros como receita não poderiam comentar sobre estes assuntos (papel de controle fraco do CORECON e da CVM) e falta de ética porque espera-se que o bom jornalismo incentive o debate independente e aberto de idéias, ao invés perpetuar os interesses de seus clientes anunciantes, menosprezando os interesses de seus clientes leitores.

A esperança do país está nas mãos da delação do Palocci, que sugeriu incluir as instituições financeiras, e a delação da JBS que já mencionou nas gravações antecipação de taxa de juro do Copom, influência na seleção de executivos do BC e contato com o HM, que foi presidente do Conselho de Administração da JBS bem no momento que a empresa mais causava estrago no país. E por que será que ele foi contratado como presidente do Conselho desta empresa? 8 anos de governo Lula.

Como resultado da possível delação do Palocci, o grupinho já influenciou o MT que fez medida provisória deixando para o BC negociar leniência com as instituições financeiras, Piada?

Nosso principal problema não é político e não é a corrupção sistêmica. É corrupção macro-econômica. E quando as verdades não podem ser questionadas, nada é Verdade.

Nós, Os Criminosos do Brasil

A situação do país continua muito ruim economicamente falando. Além da destruição de R$3 trilhões de nossa economia desde 2014, estamos em um grande imbróglio político. Quem é responsável por isto? Com certeza não é 90% do povo brasileiro. Quem define a situação de um país é quem está em cima, trabalhadores com curso superior e renda acima de R$5K/mês. Nós definimos o destino do país. Quem está embaixo vive as consequências.

O povo brasileiro é muito bom, não tem preconceitos, mistura todas as etnias (índios, europeus, negros, asiáticos etc.) e vive em uma terra maravilhosa. Nós, os líderes, somos os criminosos que deixamos a situação chegar neste ponto. Uma vergonha em termos de concentração de renda, miséria, desemprego, violência, má infraestrutura de moradias, escolas, saúde e transporte. A China já demonstrou que não precisa ser assim.

Os anos militares (21 anos) se mostraram mais democráticos, melhoraram mais a vida da população, do que os 31 anos de governo civil que teve todos os presidentes envolvidos em corrupção (exceto talvez o Itamar) e deixaram o país desgovernado, sem planejamento. Nosso último ministro do planejamento foi Jucá, um corrupto gestor de planilha de distribuição de pixulecos. Uma vergonha. A morte de Tancredo deixou um hiato, o Brasil ficou acéfalo.

Entre os criminosos precisamos alocar devidamente a responsabilidade pelo mal causado ao país:

  1. Febraban: lobby para influenciar as leis (p.ex.: missão do BC e tripé macro)
  2. Copom/BC: atua alinhado com o setor financeiro rentista, irresponsabilidade fiduciária e social, missão de minimizar inflação a qualquer custo via juro alto
  3. Deseconomistas: não criticam medidas macro-econômicas destruidoras de riqueza, em desrespeito ao conhecimento desenvolvido por Smith, Keynes e Friedman; uma grande parte é filiada à seita do falso liberalismo (usam juro para distorcer o laissez-faire dos preços)
  4. Políticos: criam leis oportunistas, que também não seguem, e não estabelecem um formato lícito de ficarem ricos honestamente
  5. Grandes Empresários: fazem lobbies oportunistas e não influenciam adequadamente a agenda macro-econômica por ignorância
  6. Nós

Precisamos reescrever o nosso futuro. Isto significa retomar uma agenda de planejamento com priorização de crescimento para geração de riqueza, emprego e distribuição de renda através de gastos e investimentos na infra-estrutura social de educação, saúde, moradia e transporte.

Resolver o imbróglio político ainda não ataca o problema principal que é macro-econômico (câmbio, juro e déficit nominal). Desemprego e violência causados pela repressão da demanda agregada via juro contracionista de base monetária e moeda sobre-valorizada pela doença holandesa. O IBGE já reconheceu que a situação econômica continua muito ruim. O primeiro trimestre do ano teve uma pequena melhora com base no clima (agronegócio), não na gestão macro-econômica. Desemprego e violência continuam em ascensão e o foco só em corrupção não resolve esta prioridade nacional.

O próximo Presidente precisa ter esta agenda democrática. As pesquisas Datafolha demonstram que os candidatos mais promissores são Moro e Dória.

Precisamos primeiro reconhecer que somos responsáveis por este contexto, e então nos aprofundarmos na necessidade de mudança drástica da política macro-econômica para colocar nosso país nos trilhos. Vamos parar de apontar dedos e começar a olhar no espelho.