Mito, Herói Nacional.

É importante reconhecer mérito em uma sociedade justa. A imagem que a mídia nacional transmitia para o meu subconsciente era de um “boçal”. Contudo observando o apoio de um profissional do calibre do general Mourão que desafiou as ilicitudes do STF, analisando a liderança absoluta de voto pelos brasileiros mais bem instruídos (ensino fundamental para cima) e de maior renda (acima de salário mínimo), e ainda surpreso com a manifestação #elenão de inúmeras e inúmeros figuras, pesquisei quem é Jair Bolsonaro.

Considerando princípios que “certo é o que dá certo, não o que parece certo” vide o sucesso do Mito, e “mais cabeças (Brasil) pensam melhor do que menos (a minha)” cheguei a conclusão que o Mito é um Herói Nacional, do patamar do Moro. Moro este que deveria ter se candidatado, mas preferiu deixar esta iniciativa para outros brasileiros. O Mito foi lá, levou a facada e está criando uma grande Revolução Democrática e de Cidadania no país. A História dele é de Coragem, Meritocracia e Cidadania, valores das Forças Armadas que moldaram a Nação.

  • Descendente de imigrantes italianos e alemães.
  • Aos 15 anos ajudou os militares a encontrar possíveis esconderijos do terrorista Lamarca no Vale do Ribeira.
  • Formado na Academia Militar de Agulhas Negras (AMAN) é artilheiro e paraquedista, o que significa fazer parte de uma elite dentro do Exército.
  • Liderou manifestação interna pela melhoria da remuneração dos militares, que estava muito baixa e causando a perda de inúmeros talentos. Demonstra aqui o espírito do Tenentismo de 1922, 24, 25-27 e 30 de luta contra injustiças que tirou o Brasil das mãos das oligarquias do café com leite e dos coronéis estaduais.
  • Migrou da carreira militar para ajudar o Brasil na política. Vereador pelo RJ e depois 7 mandatos de deputado federal. Tem 3 filhos e uma ex-esposa com carreira política. Envolve-se em importantes temas polêmicos que ferem os valores nacionais e cria uma campanha com o nome “Brasil Acima de Tudo; Deus Acima de Todos”
  • Líder absoluto no 1o turno com 46% dos votos válidos tendo entre seus eleitores os brasileiros mais bem instruídos e de maior remuneração, ou seja, a Inteligência Brasileira votou nele e já teria dado a ele a presidência no 1o turno
  • Foi o candidato com menos recursos financeiros e menor tempo de TV. Simplesmente não teve recursos para informar melhor os brasileiros mais pobres e menos instruídos. Contudo quase todo o recurso público de campanha, que estavam com o MDB/Centrão, PSDB e PT foram usados para denegrir sua imagem e só conseguiram obter 6% dos votos os dois primeiros grupos e 30% o terceiro.
  • Maior renovação do Congresso Nacional desde 1990 e de governos estaduais, tendo alguns candidatos com recorde de votos (p.ex. Janaína Paschoal e Eduardo Bolsonaro) e eliminação de inúmeros entres os principais ilícitos já conhecidos (Dilma, Jucá, Lindbergh, Eunício, Alckmin, Beto Richa, Requião, Perillo, Sarney Filho e Lobão)
  • Tudo isto sem composição por troca de cargos no Executivo nacional
  • Traz o General Mourão para a vice-presidência e com ele nossa Instituição adormecida desde 1985: As Forças Armadas.

Se morresse hoje já iria para nosso Pantheon junto com Tiradentes, José Bonifácio, Benjamin Constant, Floriano Peixoto, Affonso Penna, Getúlio Vargas, JK, Castello Branco, Costa e Silva, Médici e Moro.

Terá inicialmente 4 anos pela frente visto que vai acabar com a reeleição. Se focar em crescimento de 10% ao ano (padrão militar) e inclusão social para acabar com nossa miséria e maximizar o aproveitamento dos 210 milhões de cérebros brasileiros, o céu será o limite: Iluminado.

Tenho consciência que está começando com uma equipe econômica errada de maçãs podres, mas esperança de que o envolvimento de uma instituição como as Forças Armadas vão consertar este caminho no curto prazo.

Inspiração B17

Publicado por

Eduardo Giuliani

Empresário nos setores de agronegócio, bioenergia, venture capital e imobiliário. Trabalhou como consultor pela McKinsey & Co. e investidor pela Advent International. Iniciou estudos sobre crescimento econômico em 1994 com o Curso National Economic Strategies de Bruce R. Scott na Harvard Business School (Membro do U. S. Competitiveness Policy Council). Cursou System Dynamics no MIT. Liderou trabalho de produtividade em Telecomunicações e Construção no McKinsey Global Institute. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP. MBA pela Harvard Business School. Tenente da Reserva do Exército. Casado. Três filhos. Tri-atleta.

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