Ivermectina e o Genocídio (Bozo, Folha, Globo, Estado, Einstein)

Estamos enfrentando uma situação complexa de calamidade pública, na qual precisamos lançar mão de todas as ferramentas disponíveis. A mídia liderada por Folha, Globo e Estado (com apoio do Einstein) mentem sobre a eficácia da Ivermectina e sua hepatotoxicidade. Não bastava o Bozo desrespeitar as regras do jogo, agora temos a mídia conscientemente também matando brasileiros, tendo em vista que, com base nas reportagens das últimas semanas, muitos adeptos da Ivermectina estão abandonando a prevenção e o uso quando mais necessário (aumentar a dose quando aparecem os sintomas).

A Verdade é filha do tempo, não da autoridade, mas a mentira está matando 3.000 brasileiros por dia. Não podemos ficar de braços cruzados esperando pelo dia em que todos os requisitos de segurança perfeita sejam demonstrados.

O protocolo otimizado para o Brasil é:

  • Ivermectina (eficácia com base em estatísticas de mortes e 50 testes clínicos; e segurança – Nobel 2015, 4 bilhões de doses usadas em quase 40 anos, 20x menos hepatotóxica do que paracetamol)
  • Máscara, distanciamento e higiene (básico universal)
  • Vacinação (fila internacional).

Ivermectina está sendo usada com sucesso em países em desenvolvimento deste o início da pandemia após descoberta feita pela Monash University in vitro. Cada país foi fazendo seus testes clínicos e práticos e se convencendo que funcionava. Há 50 estudos avaliados no site de meta-análise ivmmeta.com. Todos positivos. Médicos de linha de frente de todo o mundo confirmam estes resultados (vídeos abaixo).

Quem está criando empecilhos e barreiras para a disseminação são agências de saúde de países desenvolvidos (FDA, NIH, EMA, OMS), farmacêuticas (Merck) e a mídia tradicional. Todos com conflito de interesse para vender vacinas e medicamentos caros (não genéricos, p.ex. MK-7110 e molnupiravir). Não é teoria da conspiração, é fato narrado pelos médicos no mundo todo, não só no Brasil. A partir do momento que o medicamento barato comprovava eficácia, todos tiravam a atenção dos testes.

A estratégia de Ivermectina não é simples, envolve adequação do medicamento a carga viral e distribuição para todas as pessoas expostas. Na profilaxia preventiva pode-se tomar a dose de 0,2-0,3mg/kg a cada 14 dias (dose dupla no começo), mas ao ter sintomas precisa aumentar a dose para diária por até 5 dias ou quando melhorarem os sintomas. A nova cepa ataca o fígado rapidamente e, se isto ocorrer, dificulta o efeito dos medicamentos e acelera o caminho para complicações. Se o tratamento não for feito para todos nas residências onde há contaminados, o vírus continua se transmitindo. Consulte Médico favorável à Ivermectina para uso pessoal. Protocolo Padrão da FLCCC-26ABR21

Em resumo, é uma estratégia de saúde pública que funciona se aplicada em larga escala, como feito por República Dominicana, Zimbabwe (vídeo abaixo), Bangladesh, Índia, Egito, Cidade do México. Estamos matando 14 brasileiros por dia por milhão de habitantes. Nestes países o número fica abaixo de 1. No caso da Australia, controlaram logo no início em Setembro de 2020, tentaram avisar o mundo a respeito, inclusive FDA, mas foram menosprezados por todas as agências de saúde do mundo. Índia não se conforma com a posição da OMS.

Apesar da vacinação ser o caminho para uma solução mais segura, observando os dados do Chile, que já está com 60% da população vacinada (Pfizer e Coronavac), vemos que estão passando por um novo surto com mortalidade elevada. Não conseguiram atingir a efetividade de Reino Unido e EUA, provavelmente devido ao contexto similar ao nosso de impossibilidade de distanciamento entre a população mais simples nas periferias e favelas.

O Brasil está matando 12 pessoas por dia por milhão de habitante, mas os estados mais ricos per capita como SP, MT, DF, PR e GO estão matando acima da média, chegando a 16.

Fontes de informações relevantes:

Na África do Sul a SAHPRA (Anvisa local) se posicionava contra, criando barreiras. A Justiça teve que entrar e obrigá-la a liberar o medicamento, tendo em vista as inúmeras provas de eficácia apresentadas aos juízes. Na prática foi o mercado informal que disponibilizou o medicamento e a população o usou antes da Justiça entrar.

Quanto mais divulgarmos estas informações, mais vidas salvaremos, mais cedo sairemos da quarentena e mais empregos serão preservados.

Publicado por

Eduardo Giuliani

Edu é empresário nos setores de agronegócio, bioenergia, venture capital e imobiliário. Trabalhou como consultor pela McKinsey & Co. (1991-97) e investidor pela Advent International (1998-99). Iniciou estudos sobre crescimento econômico em 1994 com o Curso National Economic Strategies de Bruce R. Scott na Harvard Business School (Membro do U.S. Competitiveness Policy Council). Cursou System Dynamics no MIT (1994). Liderou trabalho de produtividade em Telecomunicações e Construção no McKinsey Global Institute (1997). Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP (1989). MBA pela Harvard Business School (1995). Tenente da Reserva do Exército (1985). Casado. Três filhos. Tri-atleta.

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