A Economia e o Amor do Povo Brasileiro

A missão do Governo Brasileiro é melhorar a vida das pessoas, o que significa aumentar a renda (emprego) e fazer inclusão social. Este é o preço para conquistar o Amor dos brasileiros. Se observarmos todas as trocas de liderança em nossa Evolução elas ocorreram porque a economia não andava bem. 1889 (baixo crescimento no Império), 1930 (Grande Depressão), 1945 (fim da Guerra), 1952/54 (morte do GV), 1960 (inflação do JK) , 1964 (recessão do Jango), 1984 (hiperinflação militar), 1989 (hiperinflação e corrupção), 1992 (recessão, hiperinflação e corrupção), 2002 (baixo crescimento e desemprego), 2016 (depressão e corrupção), 2018 (baixo crescimento, desemprego e corrupção). Em toda evolução, ou “golpe” como alguns gostam de chamar, as situações econômica e social do Brasil melhoram.

Apesar de toda a corrupção do governo do Pixuleco (mensalão etc.) ele foi reeleito em 2006, fez sua sucessora em 2010 e atingiu 83% de aprovação popular. Todo este poder com base em seu impacto na economia com crescimento razoável de 4,1%, inclusão social (bolsa família, projetos de saúde, moradia e educação) e pleno emprego. E em termos de corrupção hoje vemos o Pixuleco e o Dirceu na cadeia, enquanto FHC, Alckmin, Aécio, Serra, Covas e Gilmar Mendes riem.

Somos um povo da diversidade. Miscigenação faz parte da nossa genética. Quase 50% da população é parda. Nilo Peçanha, nosso presidente que abriu as portas para o Tenentismo que liberou o Brasil das Oligarquias da Velha República, era pardo. Pelé, nosso maior símbolo internacional é negro. Pixuleco, o presidente mais popular que tivemos nas últimas 4 décadas só tinha ensino primário. Mourão, o profissional mais bem preparado do governo para liderar o país é índio. Inúmeros dos melhores líderes e intelectuais do mundo são homossexuais, negros, judeus ou seja, fazem parte de minorias. Discriminação não pode ser permitida.

No Brasil somos compostos por petistas, bolsomínions, coxinhas, corinthianos, palmeirenses, empresários, trabalhadores, sem terra, servidores públicos, católicos, evangélicos, judeus, africanos, índios, portugueses, italianos, espanhóis, asiáticos, alemães, árabes etc.

Bolsonaro foi eleito para unir nosso povo e melhorar nossas vidas. Sua eleição já trouxe Ordem para o país ao garantir a continuidade do combate contra a corrupção. Contudo o comportamento de Bozo fazendo discriminações contra petistas, a mídia, homossexuais, imigrantes, industriais, trabalhadores desqualificados, professores, estudantes esquerdistas, menosprezando o desemprego não é compatível com o cargo. Está dando bastante material para o Piauí Herald e o José Simão, mas não está trazendo Progresso.

Considerando que toda posição de esquerda é inepta (Karl Marx destruidor de riqueza populista) e de direita é ignorante (menospreza o povo trabalhador), todos os nossos excelentes presidentes foram de centro (GV, JK, Costa e Silva, Médici), atendiam os interesses de empresários e de trabalhadores.

Nosso problema atual não está relacionado às maluquices do Bozo, à Previdência, à Corrupção no Congresso ou a todas as boas reformas que podem ser implantadas na nossa evolução (tributária, educação, saúde, moradia, infraestrutura etc.). Nosso problema atual é emprego. E este assunto já é de domínio da humanidade desde que o Iluminado Keynes fez sua obra Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda (1936).

Basta o governo colocar o juro em nível de taxa neutra de 2% e o câmbio em nível de competitividade econômica internacional de R$9 que acabam os nossos problemas. Taxa neutra é a taxa que garante pleno emprego sem grande distorção na inflação (mais de 20%). É um simples ajuste de demanda agregada que permitirá empregar todos os brasileiros e trazer Progresso de volta.

A equipe econômica que já está derrubando o terceiro presidente (Biruta, Ilícito e Bozo) através da manipulação do juro no Banco Central (presidentes vindos de Itaú, Bradesco e Santander), vende a falsidade do conceito de combate à inflação através do juro, e ignora e menospreza o poder deles em definir a taxa de desemprego do país. Jogam a culpa nos empresários e nos trabalhadores improdutivos.

Precisamos deixar de ser covardes e enfrentar estes ilícitos. Merecem uma Praça da Bastilha. Temos milhares de brasileiros morrendo inutilmente todos os meses devido ao aumento da violência com o desemprego e à falta de recursos para segurança e saúde.

O Presidente precisa acabar com esta visão cega e ideológica sobre a Economia, virar este jogo e conquistar o Amor do Povo Brasileiro.

Publicado por

Eduardo Giuliani

Empresário nos setores de agronegócio, bioenergia, venture capital e imobiliário. Trabalhou como consultor pela McKinsey & Co. e investidor pela Advent International. Iniciou estudos sobre crescimento econômico em 1994 com o Curso National Economic Strategies de Bruce R. Scott na Harvard Business School (Membro do U. S. Competitiveness Policy Council). Cursou System Dynamics no MIT. Liderou trabalho de produtividade em Telecomunicações e Construção no McKinsey Global Institute. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP. MBA pela Harvard Business School. Tenente da Reserva do Exército. Casado. Três filhos. Tri-atleta.

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