The Wealth of Humanity: Just Do It!

Prosperity with Harmony is already a possible reality for Humanity. The macroeconomic theory developed by Keynes (maximisation of aggregate demand) complemented Smith’s progress economics (invisible hand, laissez-faire, market prices based on supply and demand). Lee Kuan Yew (LKY) leadership brought harmony into this equation, guaranteeing what democracy alone cannot do: inclusiveness. Singapore led the way and China followed this development strategy so over the last 55 years they gave us the empirical evidence of consistent inclusive growth. The inappropriate use of human beings potential (a genetic machine of 2 billion years) must be put out of the equation as we move forward.

Maximisation of aggregate demand that guarantees employment through competitive exchange rates, low interest rates, and fiscal surplus for investments in the social infrastructure of education, health, housing, communication and mobility for the bottom half of the social pyramid are the key elements.

The macroeconomic technical solution is simple, however to implement this policy we need to build political will, as LKY did in Singapore with the People Action Party. We have to face groups in power which only look at their own self-interest without considering the whole community. In Brazil, as an example, we have issues with 4 main oligarchies: financial, agribusiness, public servants and clergy.

The USA is struggling with its core values. The USA Constitution strengthen to Humanity the concept of Freedom/Liberty (Live Free or Die) in 1776. We learned as well from the Dutch the importance of respecting the differences, that discrimination is not a smart strategy, it limits the options as talent does not chose material body.

Democracy by vote alone does not guarantee inclusiveness as fascists governments like Trump, Hitler and Bolsonaro, through the hate strategy against minority groups (e.g. left wingers), gain support with the self-interest of the majority. Our collective interest is to have Harmony, and to achieve this goal we must understand the needs of the minority in order to engage their brains as well in the evolution of Humanity. [George Yeo: Harmony of Civilizations and Prosperity for All]. Leading political parties need to build a Plan for The Country that goes beyond individual leaders and candidates.

Corona Virus, which I call Marco Polo virus for bringing East and West together, gave us a chance to see how horrible many countries are treating their bottom end of the social pyramid: USA, Brazil, India, Peru, Mexico, Chile etc.

We have social challenges in many countries including these irresponsibles in the covid war as well as Russia, Saudi Arabia, Egypt and other African nations. China on the other hand needs to move closer to a democratic, more transparent society to gain the trust of the western world. These are not impossible challenges nowadays that we have the wealth and the know-how on how to handle these situations.

Our lives have two main dimensions: spiritual (soul, conscience) and material (self-interest). The phrase “In God We Trust” means that we can trust the will of the collective soul (God through our conscience), but not the individual soul (self-interest).

If we listen to our conscience and understand our role in this life (push the evolution of Humanity) we need to JUST DO IT!

JFK: Ask not what your country can do for you – ask what you can do for your country.

Einstein: “The world is a dangerous place, not because of those who do evil, but because of those who look on and do nothing.”

Amenhotep IV: Unto Thee I Grant: The Economy of Life

Plano Keynes – Brasil 2050 – v1

A partir de 2020 temos um mundo novo pela frente. Muito melhor. O vírus Marco Polo foi uma Evolução da Mãe Terra para melhorarmos o nosso planeta. Neste contexto de pandemia as pessoas não estão percebendo, mas está tudo melhor (poluição, barulho, limpeza, perda de tempo em transporte etc.), exceto o sistema de saúde que está passando por grande transformação para se adaptar. Contudo nos próximos 2-3 meses teremos resolvido tudo isto. Graças a nossos líderes Witzel e Doria evitamos a expansão descontrolada que Europa e EUA estão tendo, e muito provavelmente seguiremos no perfil asiático com tempo para fazer os testes, mapear os locais de contágio, desenvolver a infra-estrutura de saúde necessária e gerenciar um retorno a nova normalidade, ainda com saúde, higiene e distanciamento social pelos próximos 12-18 meses até termos uma vacina.

Não há um grande caos econômico como está sendo previsto. Não estamos passando por uma guerra que destrói infra-estrutura e força de trabalho, ou uma pandemia que mata a força de trabalho. O vírus mata nossos amigos, pais e grupos de risco. Basta os isolarmos adequadamente, respeitando higiene e distanciamento social. Não vão faltar alimentos e produtos de primeira necessidade para vivermos bem. Simplesmente temos que adequar nossos trabalhos e formas de entretenimento. É um grande momento de Meditação para a Humanidade, fortalecer laços de família, aprendizado a distância, uso de telecom/internet, uma nova maneira de viver respeitando o Planeta.

Para fazermos um Planejamento adequado, temos que considerar esta nova realidade. Precisamos forçar uma realocação de nossos recursos (humanos e financeiros) para vivermos com eficiência neste contexto.

O que Keynes nos recomendaria nesta situação, considerando que o objetivo da Ciência Econômica é maximizar crescimento (geração de riqueza) com inclusão social? Temos que ter em mente que queremos maximizar o aprendizado dentro do cérebro de cada brasileiro. Isto ocorre via emprego e escola. Para emprego temos que considerar o conceito de demanda agregada e responsabilidade fiscal.

  • Juro selic taxa neutra de ZERO (como o FED): diminui despesas do governo, aumenta crédito e arrecadação tributária
  • Câmbio de competitividade econômica internacional de R$9: aumenta exportações e substituição de importações (maximiza empregos no Brasil)
  • Taxa de imposto de 30% da exportação de commodities agrícolas e minerais (fim da Lei Kandir): aumenta arrecadação, diminui efeito de doença holandesa e mantém lucratividade do agronegócio nos níveis atuais (R$9 – 30% = R$6,30; câmbio atual está em R$5)
  • Eleve valores de bolsa família e seguro desemprego por 4-6 meses; ninguém pode passar fome ou sentir insegurança maior do que a necessária; leve em conta que os custos serão menores do que quando se está trabalhando (não temos mais perda de dinheiro em transporte, entretenimento, roupas etc. como tínhamos no mundo “consumista” normal)
  • Incentive empresas a demitir e adequar suas forças de trabalho à nova realidade do mercado (empresas aéreas, restaurantes, lojas, empresas de evento etc.), ou seja, respeite o laissez-faire. Não proteja ou desacelere o desemprego necessário. Precisamos liberar mão-de-obra para ser ocupada em trabalhos que geram riqueza. Importante segurar o baque social via seguro desemprego para que os empresários mantenham caixa e empreendam nas novas oportunidades deste contexto macroeconômico favorável pelo juro baixo e câmbio competitivo.
  • Desenvolva plano de investimento de R$1 trilhão para moradias populares de maneira a eliminar as favelas de todo o Brasil (empregará grande parte da informalidade destas cidades)
  • Desenvolva plano de transporte público de qualidade para todos os cidadãos: expansão significativa de ferroviário/metrô, ônibus e mobilidade pessoal (patinetes, scooters e bicicletas)
  • Minimize consumo de combustíveis fósseis elevando tributação neles e incentive energia sustentável que maximize emprego (etanol e eucalipto)
  • Maximize investimentos em infra-estrutura de internet e telecom (5G) para melhorar eficiência de home office e trabalho/reuniões a distância.
  • Construa uma Visão 2050 para o Brasil levando em conta as melhores práticas de Singapura e China.

Plano simples e consistente com os trabalhos de Keynes. Responsável fiscalmente ao equilibrar geração de arrecadação com despesas e investimentos.

Precisamos nos livrar dos planos da Oligarquia Financeira que quer manter o juro alto e aumentar o endividamento do estado com a torneira aberta sem estratégia de aonde precisamos chegar como país e sociedade. De 1997 a 2018 o lucro dos bancos multiplicou-se 26 vezes enquanto o país cresceu menos de 2,4% ao ano. Perdemos R$25 trilhões com eles dominando a agenda do Copom/BC. Nos últimos 15 meses continuaram com este domínio, crescemos 1,1%, desemprego continua em 11%, 43% de informalidade e centenas de milhares de miseráveis pelas ruas das grandes metrópoles. Este grupo não liga para emprego e inclusão social.

A Política do Crescimento Inclusivo: Oportunidade Bilionária.

Desde 1936 quando Keynes escreveu sua obra que criou a Macroeconomia, executar crescimento inclusivo ficou matematicamente determinado. Basta ajustar a demanda agregada do país para ter crescimento e direcionar a arrecadação tributária para despesas e investimentos em infra-estrutura social de educação, saúde, moradia e transporte. Este direcionamento gera bons empregos e mantém a evolução dos cérebros da população. No caso brasileiro implica em um câmbio de competitividade econômica internacional de R$9 e uma taxa selic em nível neutro de 1%. Este modelo foi seguido por Japão, Tigres Asiáticos, China, Índia etc. A consistência do crescimento destes países, enquanto aplicam ou aplicavam estas regras, deixa evidente que o progresso é resultado direto de uma matemática keynesiana.

O grande desafio em trilhar este caminho está em criar a vontade política para que isto seja feito. Criar vontade política significa implantar um sistema democrático que faça efetivamente o melhor para a maioria dos cidadãos e não se deixe controlar por oligarquias que manipulam o sistema em prol unicamente de seus interesses.

No Brasil temos 4 oligarquias que nos jogaram no imbróglio que vivemos desde 1985:

  1. Financeira (controla o juro e influencia o câmbio, o desemprego, a desindustrialização e a irresponsabilidade fiscal)
  2. Agronegócio (influencia o câmbio, a desindustrialização e a irresponsabilidade fiscal na exportação não-tributada)
  3. Servidores públicos (praticantes de irresponsabilidades fiscais e remuneração desonesta)
  4. Sacerdócio (garantia de não tributação causando irresponsabilidade fiscal)

Estão na ordem de prioridade em termos dos danos causados ao país. A maneira como as 4 atuam no Congresso para defender seus interesses é muito acima de qualquer nível razoável. Legisladores votando em posição de total conflito de interesse desrespeitando responsabilidades fiduciárias, fiscais e sociais.

Uma mudança de rumo para o país fica dependendo da formação de um partido que tenha um Plano de Governo consistente que priorize efetivamente o crescimento inclusivo. Este é o caso evidente do People Action Party (PAP) em Singapura e do Partido Comunista na China. Como Podemos pegar o aprendizado destes partidos e aplicar no contexto nacional? Como trazer o Planejamento do Governo para dentro do partido e ter uma estratégia nacional a ser implantada nos 3 poderes via influencia do partido nos políticos que o representa nos órgãos públicos? Como criar os incentivos para atrair os talentos nacionais para a formação desta estrutura partidária? Talentos com as devidas habilidades para implantação destas iniciativas de gestão pública.

Todos os partidos nacionais estão focados em uma briga por poder, sem realmente saber para onde querem levar o Brasil. Deixam o Plano de Governo para o possível mandatário, depois de ganhar a eleição. Não há continuidade. O Exército, como Instituição, conseguiu criar um Rumo para o Brasil até 1984 através do Tenentismo apoiado pela Escola Superior de Guerra. O abandono do Exército deixou esta função para os partidos políticos. O Planejamento virou função de estabelecimento de planilha de distribuição de propina.

A mudança precisa começar na organização dos partidos políticos. Como ficar bilionário ajudando o Brasil a ter forte crescimento inclusivo nas próximas décadas? Emprego, escola, moradia, saúde e transporte para Todos os Brasileiros.

Tecnologia Humana, Liberalismo e os Pobres

O ser humano tem 2 bilhões de anos de tecnologia genética em seu corpo, que se iniciou com a primeira célula na Terra. É a máquina mais sofisticada que temos conhecimento de que o Universo desenvolveu até este momento. Uma das Leis Naturais mais fortes e claras é a da Evolução. De um próton há 14 bilhões de anos, hoje o Universo é composto de infinitos elementos em constante expansão. O ser humano precisa continuar sua evolução: Ordem, Progresso e Inclusão.

Neste contexto da Humanidade aparecem os Liberais pregando que os governos são ineficientes e ineptos, que a iniciativa privada faz tudo sozinha e que os pobres são vagabundos que não merecem atenção. São ideológicos, mentalidade Terra Plana. As evidências empíricas de Singapura, China e até mesmo dos EUA demonstram o contrário: o trabalho bem planejado de um governo que controla 20-40% do PIB faz muita diferença no sucesso econômico e social do país.

O liberalismo irresponsável levou ao aparecimento dos Ineptos Comunismo e Fascismo nos séculos XIX/XX que criou o conceito de que o Estado deve corrigir os “defeitos” do liberalismo via “doar” a mais valia para os trabalhadores (comunismo) ou planejar e controlar completamente a economia e a vida das pessoas (fascismo).  Isto faz com que o liberalismo tenha grande responsabilidade na criação dos contextos para as Grandes Guerras (1a e 2a). Este problema só foi contornado pelo brilhante Keynes em “Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” de 1936.

Keynes guiou Roosevelt para tirar os EUA da depressão, auxiliou Alemanha e Suécia em suas políticas econômicas e influenciou o FED a colocar em sua missão “maximização de emprego”, descartando o liberalismo do Friedman em 1982. Influenciou também os Tigres Asiáticos e a China a fazerem políticas macroeconômicas tão bem sucedidas desde meados do século passado.

Ha-Joon Chang, economista da Coréia do Sul que leciona em Cambridge/UK, escreveu um best-seller (Kicking Away The Ladder), demonstrando quanto os países que divulgam o liberalismo não são nem um pouco liberais em suas próprias políticas externas, e criam empecilhos para os países pobres se desenvolverem fazendo o catch-up.

As ruínas atuais de Argentina e Chile demonstram este problema. E o Brasil de Collor, FHC, Temer e Bozo foram e estão sendo evidências concretas dentro de casa do desemprego e do menosprezo pela população mais pobre do país. Máquinas humanas tratadas pior do que muitos animais irracionais de estimação.

A grande riqueza de uma Nação está no conhecimento dentro dos cérebros de seus cidadãos. O governo tem que se esforçar incansavelmente para garantir a evolução deste conhecimento através de oportunidades de trabalho (empregos de qualidade) e ensino.

Não podemos descansar enquanto não tivermos certeza de que nossa Comunidade e a Humanidade estão evoluindo da melhor maneira possível. Nós Brasileiros precisamos retomar nosso caminho de Evolução constante que tínhamos até 1984. Somos muito melhores do que o desempenho das últimas décadas tem demonstrado.

Ordem, Progresso e Inclusão

130 anos de República. Em 1889 Hermes da Fonseca influenciou seu tio Deodoro a proclamar a república, com base no positivismo que lhe foi ensinado por Benjamin Constant na Escola da Praia Vermelha. Ordem e Progresso. PIB do Brasil que vinha crescendo a 2,4% ao ano em um Império lento, parlamentarista e pouco meritocrático, que demorou para abolir a escravidão, entra em um novo ritmo de 4,1% de crescimento ao ano.

Hermes mais maduro virou Ministro da Guerra, melhorou o profissionalismo do Exército e virou Presidente em 1910, apoiado por Nilo Peçanha. Combate o regime oligárquico da política dos governadores e do café com leite, instala a Escola Militar do Realengo, forma uma nova geração de oficiais e cria uma iniciativa que transformaria o Brasil: Tenentismo. Taxa de crescimento pula para 5,6% ao ano até 1984. Nenhum presidente incompetente e liberal comandou o país neste período. Brasil sempre cresceu a taxas mais rápidas do que a média do mundo, até 1984.

Brasil no PIB Mundial

Em 1985 os militares abandonaram o Brasil, deixando uma hiperinflação causada pela irresponsabilidade fiscal do processo de redemocratização nas mãos do Delfim Netto. Brasil se perdeu. Nós, brasileiros com mais de 30 anos de idade, e renda mensal acima de R$5K, estimo em menos de 10% da população, somos responsáveis por esta vergonha. Somos a pior geração de brasileiros desde a Proclamação da República. Herdamos de nossos pais um país maravilhoso, que vinha evoluindo consistentemente, e conseguimos bagunçar completamente nossas instituições.

Sem a participação dos militares, construímos uma constituição de adolescentes, cheias de direitos e sem responsabilidades. Somos hoje um dos países mais corruptos do mundo, no qual conhecemos quem são estes corruptos, mas não conseguimos prende-los eficientemente ou mante-los atrás das grades. Não há Ordem e Progresso.

Jair Bolsonaro, o Bozo, cometeu um grande estelionato eleitoral vendendo a imagem de Brasil Acima de Tudo, com o apoio das Forças Armadas, e hoje está liderando um governo de direita liberal de desempenho pífio como vinha sendo a Democracia Imperial (1985-2018), sem nenhuma responsabilidade social, envolvendo família imatura, milícia, religião, fakeNews, enfraquecendo a mídia profissional (Globo e Folha) para fortalecer a mídia religiosa (Record), discriminando e desrespeitando 30% da população que é petista, desrespeitando o meio-ambiente internacional, apoiando líderes irresponsáveis (Trump), prejudicando a agenda anti-crime através de acordos com ilícitos do Congresso e do STF (p.ex. COAF, prisão em 2a Instância, Polícia Federal).

Está indo além de qualquer expectativa na criação de um partido de Idade Média com “valores” como religião, milícia e combate ao demônio (Lula/PT). É uma verdadeira Dinastia da Bozolândia, totalmente inconsistente com os valores da República. Foi um Herói ajudando a derrubar a máquina governamental ilícita, mas já cumpriu seu papel e precisamos andar para frente.

Temos 4 oligarquias prejudicando o país: Financeira, Agronegócio, Sacerdócio e Servidores. As três primeiras estão claramente envolvidas com este governo. Sem reorganizar os interesses destas 3 oligarquias ficará impossível voltarmos à evolução.

A oligarquia financeira forçou a subida do juro a partir de 2013 e detonou completamente com o governo Dilma e o PT. Para leigos procuram jogar a culpa da depressão na Nova Matriz da Dilma e nas ilicitudes do PT. Para quem tem um pouco de discernimento, ficou claro que o PIB só melhorou com o Temer quando abaixou o juro de 14,25 para 6,75%. E só melhorou um pouquinho com o Bozo quando abaixou de 6,75% para 5%. A queda do juro aumenta a demanda agregada e dá impacto direto no PIB. Contudo o nível honesto, de taxa neutra, para maximizar demanda e geração de emprego é por volta de 1%, e estamos muito longe disto. Toda a projeção do governo está em manter o crescimento no patamar de 1-3%, sem real enfrentamento com a oligarquia financeira. Este caminho vai manter alto nível de desemprego e queda na renda dos brasileiros.

A oligarquia do agronegócio impôs a Lei Kandir que isentou de tributos as exportações de commodities agrícolas e minerais. Esta iniciativa quebrou as finanças dos estados dependentes destes produtos e prejudicou a industrialização do país através da valorização cambial causada pelo efeito “doença holandesa”. Indústria que é a maior arrecadadora de tributos e que gera o maior volume de empregos de alto valor agregado.

O caminho da Evolução não é pela esquerda nem pela direita. É pelo centro (GV, JK, Costa e Silva, Médici) que através do capitalismo da direita gera recursos para fazer a inclusão social requerida pela esquerda. A direita liberal de Collor a FHC detonou com os empregos nacionais. A Esquerda de Lula/Dilma detonou com as contas públicas. Em ambos os contextos a oligarquia financeira dominou. Lucro dos bancos cresceu 26X de 1997 a 2018 enquanto Brasil cresceu a míseros 2,3%. Hoje com a Dinastia da Bozolândia-Guedes estamos aplicando o pior da Direita (menosprezo por empregos brasileiros) com o pior da esquerda (enfrentamento autoritário nas instituições de mídia e sociais).

Bozo-Guedes, com apoio da oligarquia financeira e da mídia da Seita dos Falsos Liberais Rentistas, estão jogando toda a culpa da depressão em cima do PT. Isto é uma grande mentira tendo em vista que a verdadeira causa foi a elevação do juro pela oligarquia financeira: Depressão BR. A situação socialmente insustentável atrelada a esta grande divisão do país entre bolsomínions e petistas, pode nos levar a uma Guerra Civil Burra.

Desemprego desumano, crescimento pífio, divisão social, impunidade com ilícitos soltos, péssima distribuição de renda, ampliação da miséria, contenção dos programas sociais. Todos elementos explosivos para uma alta instabilidade na República. Um país decente não vai cair do céu sem forte determinação e sem o Espírito Tenentista que vinha nos auxiliando. As Forças Armadas precisam parar de ser Covardes e devem retomar seu papel de garantir Ordem e Progresso como Inscrito em nossa Bandeira, contudo coordenar de maneira que a próxima Revolução seja Democrática e Fortemente Inclusiva.

 

Atitude de Brasileiro, Cidadão do Mundo

Nossas atitudes são a principal causa de não estarmos evoluindo. Nós, brasileiros com renda acima de R$5K/mês (estimo em menos de 10% da população), que possuem consciência clara da situação e determinam as principais decisões do país, estamos cometendo erros em nosso dia a dia que nos colocaram neste imbróglio econômico e social em que nos encontramos. Precisamos parar de colocar a culpa em questões externas (políticos, estrangeiros, juízes, governo etc.) e reconhecer que nossas atitudes são a causa. Economistas, empresários e advogados.

Certo é o que dá certo, não o que parece certo. Com esta regra básica de busca da Verdade, devemos abrir nossas mentes para achar as reais causas que precisam ser combatidas para garantir nossa Evolução.

A Lei da Evolução é uma das principais Leis Naturais com a qual convivemos. Desde o primeiro próton há 14 bilhões de anos, o universo evolui constantemente. Vida começou há 2 bilhões de anos com a primeira célula e hoje nossa alma habita esta máquina fantástica que é o Corpo Humano.

A constante busca da Verdade garante esta evolução. Verdade não é o que algumas pessoas dizem. Não há dono da verdade. Verdade é tudo que pode ser contestado e os fatos demonstram que ela faz sentido. A regra da Fé é uma das regras criadas para manipular seres humanos a viverem fora da Verdade. Adão e Eva, Terra Plana, Geocentrismo e até mesmo Deus, foram conceitos de Fé que mais serviram para manipular os seres humanos do que para Ilumina-los.

Como Brasileiros, Cidadãos do Mundo, precisamos garantir a evolução de nossa comunidade através da constante busca da Verdade em questões religiosas, sociais, ambientais e econômicas. O governo medíocre que se instalou no país está aplicando um modelo de fé, de salvador da pátria, tentando cegar os brasileiros com suas ideologias extremamente infelizes. Coragem, meritocracia e cidadania não são os valores da maioria dos membros do governo, apesar de serem das Forças Armadas que construíram esta Nação. Vivemos em uma Dinastia da Bozolândia e precisamos enfrenta-la como enfrentamos os governos anteriores.

Na frente religiosa, tivemos um 7 de setembro com um sacerdote no altar, situação típica de Idade Média. Inúmeros ilícitos religiosos no Congresso, pagos para garantir os direitos deste grupo, que sem consultar Deus, não querem pagar tributos. Objetivo da religião é fazer o Bem para a maioria, não é arrecadar o máximo de fundos para o sacerdócio como vemos claramente no caso brasileiro, incluindo a igreja católica do vaticano de ouro e a maioria das evangélicas.

Na frente social há um total menosprezo para emprego, educação e inclusão social, fatores primordiais para nossa evolução como comunidade com substância de conhecimento.

Na frente ambiental acham que têm o direito de detonar nosso meio-ambiente em nome do progresso criado por uma minoria de empresas florestais e agrícolas que geram empregos braçais em pouco volume e de baixo valor agregado. Irrelevantes para a economia nacional. Trogloditas queimando as florestas.

Na frente econômica a cegueira é a mais maléfica porque com a falta de recursos o dano nas outras frentes é ainda maior. Economia foi criada para gerar progresso constantemente, sem desculpas. Smith e Keynes foram os dois principais nomes que demonstraram este caminho. Singapura, China, Coréia do Sul e EUA são exemplos da viabilidade deste modelo. Uma nação só não gera progresso constantemente se houver algum grupo manipulando a situação. É exatamente este o caso do Brasil:

  • Taxa de juro nível neutro deveria ser de 1-2%, não 6%. Seguindo melhores práticas internacionais nas quais o juro é definido para garantir pleno emprego através de política expansionista de base monetária (Friedman). Mercado internacional atualmente cobra 1% de juro real do Brasil para títulos de curto prazo. Nosso governo deveria pagar menos do que isto no mercado interno onde controla esta taxa, não mais.
  • Lucro dos bancos multiplicou-se 26X de 1997 a 2018, 10% de crescimento real por ano enquanto o país cresceu menos de 2,4%.
  • Membros do Copom, que definem a taxa de juro, são do mercado financeiro. Atual presidente é do Santander.
  • Taxa de câmbio de nível de competitividade econômica internacional para o Brasil é de R$9. Efeito de doença holandesa de nossas commodities agrícolas e minerais sobrevaloriza esta taxa, causando desindustrialização e perda de arrecadação tributária.
  • Oligarquia do agronegócio que domina o Congresso mantém a Lei Kandir, que isenta exportações de commodities agrícolas e minerais de pagarem impostos sobre o faturamento (ICMS, IPI, PIS-COFINS)
  • Menosprezando situação de desemprego e falência fiscal do país, equipe econômica atual foca exclusivamente em temas de interesse do setor financeiro:
    • Reforma da previdência privilegiando negócio para a previdência privada
    • Privatização gerando negócios para os bancos de investimento
    • Retirada das instituições financeiras públicas do mercado de crédito (BNDES, CEF, BB); deixando este mercado exclusivamente para o setor privado (como empresário estou pagando juro de 21% ao ano para financiar equipamentos industriais, concorrência internacional paga 2-3%)
    • Independência do BC para garantir a perpetuidade destas políticas macro-econômicas irresponsáveis; já tinham colocado a missão de minimizar inflação ao invés de maximizar emprego (missão do FED nos EUA)
  • Desempenho pífio:
    • em crescimento (menos de 1% em 2019, 2% em 2020),
    • em desemprego (12% podendo piorar),
    • em responsabilidade fiscal (quebraram regra de ouro em R$240B em 2019 e vão quebrar de novo em 2020) e ainda querem aumentar a carga tributária com novos tributos (CPMF)

Apesar de todas estas evidências, não há uma discussão honesta sobre estes temas. Há cegueira de opinião, perspectivas ideológicas de falso liberalismo, condenação do PT, discriminação na sociedade, desrespeito ao meio-ambiente e comportamentos desonestos evidentes na presidência: questão Queiroz, prole em cargos do governo, desvios dos esforços Lava Toga, envolvimento do sacerdócio desonesto em política, influência na Polícia Federal, nos órgãos de controle (COAF), alinhamento com ilícitos do Congresso e do STF.

Em resumo o país está uma baderna e nós continuamos sendo os culpados. Economistas, empresários e advogados precisam se unir para trabalharmos em prol da Verdade em Atitude de Brasileiro da Era do Moro, não de Covarde da Era da Lei de Gerson.

O Foco tem que ser na Demanda

O governo brasileiro está focando suas energias no liberalismo de oferta, e menosprezando a importância do planejamento macroeconômico para o fortalecimento da Demanda por nosso trabalho. Precisamos considera o sucesso de planejamento governamental nos casos de Singapura, China, Coréia do Sul e EUA. Temos uma grande oportunidade à frente, nos mercados de EUA e China/Ásia, e temos que aproveita-la com inteligência, no espírito nacionalista de Getúlio Vargas, JK, Costa e Silva, e Médici.

O Brasil vive um grande momento em sua História no qual temos um recorde de participação da população tentando melhorar o País:

  • Em 2011 Dilma é eleita com o objetivo de Eliminar a Miséria no país.
  • Em 2012 tenta através da Nova Matriz Econômica reduzir o juro, diminuir tributos e dar incentivos para a indústria nacional crescer
  • Em 2013 manifestações de rua forçaram mudanças na legislação melhorando práticas anti-corrupção (p.ex. delação premiada)
  • Dilma libera elevação de juro e quebra a Nova Matriz. Selic de 7,25% sobe para 14,25%. PIB de +3% cai para -4% e coloca o país em uma de suas piores depressões.
  • Em 2014 Operação Lava Jato inicia Era do fim da Lei de Gerson. Ilícitos ficam desconfortáveis em todos os cargos públicos e inúmeros vão para a cadeia com a aprovação de prisão após condenação em 2a Instância. Regra mantida no STF pelos 4 ministros indicados por Dilma (Barroso, Fachin, Weber e Fux)
  • Dilma é impedida em 2016, Cunha é preso em 2017, Lula em 2018 e Temer em 2019
  • Em 2019 Bolsonaro assume com a Dinastia da Bozolândia (desmeritocracia, ego e discriminação de brasileiros petistas e outros) e com uma equipe econômica liberal que nada faz para melhorar as condições de vida do brasileiro. PIB cai 0,2% no primeiro semestre, desemprego se mantém em 12% e as projeções econômicas são todas medíocres para um país em desenvolvimento.
  • Insatisfação popular se acentua e tende a se agravar; a população brasileira continua acompanhando a política de perto.

Em resumo, não há motivos para cruzar os braços. O país não vai melhorar se ficarmos parados. A pressão tem que continuar na busca da Verdade do que é melhor para nossa comunidade.

Economia é o que mais afeta a qualidade de vida de todos nós e a situação continua muito ruim com desemprego por volta de 12%, informalidade em 43%, salário médio de R$2,5K/mês, desindustrialização, desalento, queda de renda e discriminação entre brasileiros.

E é neste aspecto econômico que o governo Bolsonaro mais decepciona apoiado pelos mesmos empresários que nos colocaram neste buraco. Uma visão míope de um falso liberalismo que não traz progresso significativo. As economias mais fortes e de maior sucesso em crescimento econômico não utilizam liberalismo irresponsável. Possuem claro foco em geração de emprego e renda para sua população. Vide Singapura, China, Coréia do Sul e EUA: Crescimento Inflação e Liberalismo.

A equipe econômica e os empresários que a apoiam estão concentrando esforços em questões de oferta (produtividade, privatização, desburocratização, previdência, abertura de mercado, reforma tributária, concessões etc.) com muito pouca atenção para questões de demanda que impulsionam crescimento, renda e solvência das contas públicas. Duas variáveis colocam o Brasil no trilho do progresso: câmbio de competitividade econômica internacional (R$9) e juro taxa neutra de 2%.

O câmbio afeta a demanda no consumo externo (aumento de exportações), no consumo interno (substituição de importações) e nos investimentos (aumento do lucro gera mais investimentos das empresas privadas e aumento de arrecadação tributária que gera mais investimentos públicos). A taxa de juro neutra de 2% aumenta o crédito que aumenta o consumo interno e a arrecadação, assim como reduz as despesas financeiras do governo aumentando a poupança fiscal que se transformará em investimento público.

É importante alavancarmos este alto nível de participação que atingimos para esclarecermos dúvidas sobre como realmente devemos gerar riqueza em nosso país e promover a inclusão social que enriquecerá ainda mais nossa comunidade.

Empresários no Brasil, Vamos à Guerra!

Nós somos os únicos responsáveis pela lama em que o país se encontra. Covardia e ignorância macroeconômica permitiu que esta situação se instalasse. Contudo não somos covardes e temos condições de aprender o que é necessário para vencer nossos obstáculos diários.

Há 3 agentes econômicos relevantes para o país: empresários, políticos e militares. Os empresários (4 milhões de brasileiros) geram riqueza, empregam a população e pagam os tributos. Os políticos definem a demanda agregada (juro e câmbio) e alocam os recursos para garantir inclusão social (democracia). Os militares vigiam empresários e políticos para evitar formação de oligarquias que não beneficiam o país, garantem a cidadania. Nem políticos, nem militares têm competência para entender como funciona a Economia. Os empresários têm obrigação.

A Ciência Econômica teve dois Iluminados relevantes: Smith e Keynes. Smith definiu a Economia (capitalismo) e Keynes a Macroeconomia (demanda agregada e emprego). O objetivo é maximizar geração de riqueza (PIB) com inclusão social. Singapura e China são as duas grandes evidências dos últimos 50 anos de como é possível crescer consistentemente a taxas altas fazendo inclusão social. A única desculpa para não atingir estes resultados é inépcia macroeconômica e má fé de quem define estas políticas.

De 1997 a 2018 o lucro dos três maiores bancos brasileiros multiplicou-se por 26X, de R$2,1B para R$55B (Brasil Macro 1996-2018), 17% de taxa de crescimento anual nominal e 10% real, enquanto o Brasil cresceu 2,3%, desempenho nacional pior do que no Brasil Império. Este período foi definido por missão de banco central de minimizar inflação (ao invés de maximizar emprego como o FED) e tripé macroeconômico inepto e ilícito (meta de inflação, câmbio flutuante e superávit primário). Todos instrumentos para institucionalmente garantir a lucratividade das instituições financeiras.

Esta agenda está sendo toda garantida por agentes dos bancos (Itaú, Bradesco e agora Santander) dentro das instituições financeiras públicas nacionais (BACEN, Copom). Governança pífia na definição da taxa de juro e de políticas públicas que deveriam priorizar a geração de emprego nacional. (A Seita: Um Sistema Financeiro Contra o Brasil).

O prejuízo acumulado para o Brasil está em R$25 trilhões de perda de PIB de 1994 a 2018 (Estimativa de Perda de PIB). A atuação deste grupo ficou mais evidente a partir do segundo semestre de 2013 quando forçaram a retomada do aumento do juro após as manifestações de junho que derrubaram a popularidade da Dilma de 63% para 31%. Em 2013 a economia estava normal, em seu típico ano de vôo de galinha, com 3% de crescimento, déficit nominal de 3% e dívida em 51% do PIB. Ao elevarem o juro para 14,25% caiu arrecadação fiscal, aumentou as despesas financeiras e o déficit nominal afundou para 10% e o PIB para -4%. Desemprego saiu de 4,8% em 2014 para 12,7% em 2017 (Brasil Macro 1996-2018). Tentam jogar a culpa da depressão na Nova Matriz da Dilma, dizendo que a redução do juro em 2012/2013 causou a depressão em 2015/2016. Muita má fé macroeconômica.

O Guedes está implementando um plano de negócios para o setor financeiro, para garantir a continuidade desta alta lucratividade:

  • diminuindo a previdência pública para aumentar as oportunidades para a previdência privada,
  • tirando os bancos públicos da competição com os privados,
  • implementando 67 outras medidas para a evolução do mercado de capitais,
  • eliminou os Ministérios da Indústria, do Trabalho e do Planejamento,
  • manteve o juro alto em detrimento do corte de orçamento para educação, saúde, moradia etc.,
  • não respeitou a Regra de Ouro já no início do governo (rombo de R$250B),
  • está menosprezando completamente o desemprego de 13% colocando a culpa nos trabalhadores brasileiros improdutivos e não preparados para indústria 4.0.

É tanta falta de respeito para os empresários nacionais que precisamos entrar nesta Guerra e acabar com esta farra da Oligarquia Financeira em nosso país. Isto não vai acontecer se não agirmos. Não há mais espaço para covardia e papel de avestruz. Perspectiva para os próximos 4 anos é crescimento de -0,5 a 2% com desemprego de 13-15%.

Precisamos urgentemente aumentar a demanda agregada nacional (Keynes). Juro taxa neutra para expansionismo de base monetária e pleno emprego é de 2%, não 6,5%. Taxa de câmbio de competitividade econômica internacional é de R$9. Commodities minerais e agrícolas precisam ser fortemente tributadas para evitar a doença holandesa e fortalecer a arrecadação tributária que garante investimentos em infraestrutura de transporte e social. Vamos vencer a ignorância macroeconômica e estudar estes temas em profundidade. Sem ideologias, com ciência, dados e lógica.

Analise qual seria o impacto de taxa Selic de 2% e câmbio de R$9 nos seus negócios. Quais seriam a taxa de crescimento do PIB, a geração de emprego e a poupança fiscal com estas variáveis?

Crescimento de 10% ao ano e redução de desemprego já!

Precisamos urgentemente evoluir a governança do Planejamento Macroeconômico Nacional para focar em maximização do crescimento com inclusão social: EMPREGO.

Não espere o que nosso país pode fazer por você, pergunte-se o que Você tem que fazer pelo nosso país.

A Economia e o Amor do Povo Brasileiro

A missão do Governo Brasileiro é melhorar a vida das pessoas, o que significa aumentar a renda (emprego) e fazer inclusão social. Este é o preço para conquistar o Amor dos brasileiros. Se observarmos todas as trocas de liderança em nossa Evolução elas ocorreram porque a economia não andava bem. 1889 (baixo crescimento no Império), 1930 (Grande Depressão), 1945 (fim da Guerra), 1952/54 (morte do GV), 1960 (inflação do JK) , 1964 (recessão do Jango), 1984 (hiperinflação militar), 1989 (hiperinflação e corrupção), 1992 (recessão, hiperinflação e corrupção), 2002 (baixo crescimento e desemprego), 2016 (depressão e corrupção), 2018 (baixo crescimento, desemprego e corrupção). Em toda evolução, ou “golpe” como alguns gostam de chamar, as situações econômica e social do Brasil melhoram.

Apesar de toda a corrupção do governo do Pixuleco (mensalão etc.) ele foi reeleito em 2006, fez sua sucessora em 2010 e atingiu 83% de aprovação popular. Todo este poder com base em seu impacto na economia com crescimento razoável de 4,1%, inclusão social (bolsa família, projetos de saúde, moradia e educação) e pleno emprego. E em termos de corrupção hoje vemos o Pixuleco e o Dirceu na cadeia, enquanto FHC, Alckmin, Aécio, Serra, Covas e Gilmar Mendes riem.

Somos um povo da diversidade. Miscigenação faz parte da nossa genética. Quase 50% da população é parda. Nilo Peçanha, nosso presidente que abriu as portas para o Tenentismo que liberou o Brasil das Oligarquias da Velha República, era pardo. Pelé, nosso maior símbolo internacional é negro. Pixuleco, o presidente mais popular que tivemos nas últimas 4 décadas só tinha ensino primário. Mourão, o profissional mais bem preparado do governo para liderar o país é índio. Inúmeros dos melhores líderes e intelectuais do mundo são homossexuais, negros, judeus ou seja, fazem parte de minorias. Discriminação não pode ser permitida.

No Brasil somos compostos por petistas, bolsomínions, coxinhas, corinthianos, palmeirenses, empresários, trabalhadores, sem terra, servidores públicos, católicos, evangélicos, judeus, africanos, índios, portugueses, italianos, espanhóis, asiáticos, alemães, árabes etc.

Bolsonaro foi eleito para unir nosso povo e melhorar nossas vidas. Sua eleição já trouxe Ordem para o país ao garantir a continuidade do combate contra a corrupção. Contudo o comportamento de Bozo fazendo discriminações contra petistas, a mídia, homossexuais, imigrantes, industriais, trabalhadores desqualificados, professores, estudantes esquerdistas, menosprezando o desemprego não é compatível com o cargo. Está dando bastante material para o Piauí Herald e o José Simão, mas não está trazendo Progresso.

Considerando que toda posição de esquerda é inepta (Karl Marx destruidor de riqueza populista) e de direita é ignorante (menospreza o povo trabalhador), todos os nossos excelentes presidentes foram de centro (GV, JK, Costa e Silva, Médici), atendiam os interesses de empresários e de trabalhadores.

Nosso problema atual não está relacionado às maluquices do Bozo, à Previdência, à Corrupção no Congresso ou a todas as boas reformas que podem ser implantadas na nossa evolução (tributária, educação, saúde, moradia, infraestrutura etc.). Nosso problema atual é emprego. E este assunto já é de domínio da humanidade desde que o Iluminado Keynes fez sua obra Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda (1936).

Basta o governo colocar o juro em nível de taxa neutra de 2% e o câmbio em nível de competitividade econômica internacional de R$9 que acabam os nossos problemas. Taxa neutra é a taxa que garante pleno emprego sem grande distorção na inflação (mais de 20%). É um simples ajuste de demanda agregada que permitirá empregar todos os brasileiros e trazer Progresso de volta.

A equipe econômica que já está derrubando o terceiro presidente (Biruta, Ilícito e Bozo) através da manipulação do juro no Banco Central (presidentes vindos de Itaú, Bradesco e Santander), vende a falsidade do conceito de combate à inflação através do juro, e ignora e menospreza o poder deles em definir a taxa de desemprego do país. Jogam a culpa nos empresários e nos trabalhadores improdutivos.

Precisamos deixar de ser covardes e enfrentar estes ilícitos. Merecem uma Praça da Bastilha. Temos milhares de brasileiros morrendo inutilmente todos os meses devido ao aumento da violência com o desemprego e à falta de recursos para segurança e saúde.

O Presidente precisa acabar com esta visão cega e ideológica sobre a Economia, virar este jogo e conquistar o Amor do Povo Brasileiro.

Capitalismo Honesto traz Progresso Imediato.

Falso liberalismo, comunismo e sacerdócio vendem o conceito de sacrifício para um bem futuro. Vendedores de Promessa. Juro alto para combater inflação, reforma trabalhista, reforma da previdência, reforma tributária, reforma educacional, investimentos em infra-estrutura, só sacrifícios para um dia chegar no paraíso… o País tem que ficar perfeito para poder crescer e gerar empregos? Certo é o que dá certo, não o que parece certo.

Quando são aplicados conceitos macroeconômicos corretos (juro e câmbio) o resultado na economia é imediato porque estes conceitos têm como base a melhoria da projeção do fluxo de caixa dos empresários nacionais, principais agentes do desenvolvimento, da geração de emprego e da arrecadação tributária. As variáveis mais importantes que impactam as decisões dos empresários são taxa de juro e câmbio.

O ignorante aprende rápido, principalmente se demonstrar a humildade de que é ignorante no assunto. O inepto não tem jeito, é fechado ao aprendizado, mistura todos os conceitos, e o resultado na maioria das vezes dá errado. Ignorância não é problema, mas inépcia é problema.

Equipe há 100 dias no governo, mais do que isto envolvidos nos principais problemas da nação e os resultados econômicos, fiscais e sociais até agora são Pífios. Desemprego e miséria aumentaram, perspectiva de crescimento da economia piorou (1,3%), aceitação popular caiu mais de 20% e equipe econômica tem perspectiva de, se todas as reformas forem aprovadas (previdência, fiscal, privatização etc.) deveremos chegar a um crescimento de 4%, o que manterá o desemprego em mais de 10% e a informalidade bem alta nos 4 anos do governo. Caos social para qualquer governo que se diga minimamente democrático. Este caos precisa ser enfrentado com mudança drástica na política macroeconômica.

SuperInepto Tchutchuca Chicago Donkey está queimando o governo Bolsonaro. Cadê a coragem do Tenentismo para empurrar Ordem e Progresso no país? O capitão é ignorante mesmo ou é inepto? A reação de bom senso no caso Petrobras deu esperança de que é ignorante mas tem coragem para enfrentar situações que vão contra o bom senso. Os caminhoneiros são a categoria de empresários brasileiros em maior volume e com melhor formação (muitos tem curso universitário). O capitão deu ouvido a eles.

Agora a patotinha do Leblon tem um plano de negócios para eles evidenciado na coluna da Claudia Safatle no Valor, contudo não se preocupam nem um pouco com um plano de negócios para o Brasil. Na agenda deles têm:

  • Manutenção da alta taxa de juro Selic (comprovado na última reunião do Copom)
  • 67 medidas para destravar o mercado de capitais gerando mais negócios para a Seita (endowment funds, hedge cambial, redução de tributação sobre inadimplência etc.)
  • Cortar financiamentos pelas instituições públicas para transferir aos bancos privados, mantendo o gargalo e as altas taxas de juro
  • Privatizar empresas para gerar caixa para pagar parte da dívida pública
  • Independência do Banco Central (tirando poder do Presidente intervir por questões sociais e políticas; como se ambas fosse irrelevantes e não democráticas)
  • Reforma fiscal

A Independência do Banco Central merece destaque porque é o maior golpe que estão aplicando em cima do Capitão Ignorante. O projeto estabelece direitos para o Banco Central, sem as devidas responsabilidades. Copiam os direitos do exterior, mas nem mencionam as responsabilidades que deveriam vir juntas. Patotinha totalmente desonesta:

  • Missão do FED é maximizar emprego com juro moderado, no Brasil fixaram minimizar inflação
  • Profissionais do FED são completamente independentes de instituições financeiras privadas. Têm carreira no governo ou em instituições de ensino. No Brasil eles vêm de bancos privados (Itaú, Bradesco, Santander…FEBRABAN)
  • Responsabilidade fiduciária e social dos dirigentes quanto aos interesses da população, minimizar juro para maximizar renda e emprego.
  • Responsabilidade fiscal dos dirigentes para minimizar juro maximizando poupança fiscal para investimento em infra-estrutura social

As batalhas contra a corrupção e a previdência vão indo muito bem. Moro já fez o projeto e está lidando agressivamente com o Congresso para avançar nesta agenda. STF Ilícito está sendo encurralado pela mídia e pelos outros poderes. Continuamos com progressos promissores. No caso da previdência também estão fazendo os enfrentamentos possíveis. Não é um assunto simples, deveria poder ser feito com mais calma, mas de uma forma ou de outra há progresso. Contudo estas realizações não impactam muito na satisfação da população tendo em vista a continuidade da frustração econômica.

A batalha que não está acontecendo é a do desemprego. A única esperança que tem aparecido nesta agenda vem com os artigos do André Lara Resende no Valor. André foi o cérebro por trás do Plano Real, no meio de 3 deseconomistas da Seita (Bacha, Franco e Arida). Suas pesquisas estão demonstrando que o juro exagerado desde a implantação do Plano Real detonaram com o país. Ele ficou bastante surpreso com as reações negativas de seus colegas de mercado a suas constatações, todas baseadas em dados concretos. André demonstra conhecimento e postura com responsabilidade fiduciária, social e fiscal para ser o Presidente de Honra do Banco Central. Vejam seu último artigo no Valor Razão e Superstição do Déficit.

O capitão é ignorante ou é inepto? As próximas semanas vão deixar isto claro. Tudo que a equipe do tchutchuca está fazendo vai continuar piorando a situação social. O amor do capitão está com o povo brasileiro, ou com a oligarquia financeira? O passeio de moto no Guarujá me deu esperanças.