A Luz No Fim do Túnel 2

A semana passada foi realmente incrível. Muita notícia boa de uma só vez. A batalha se intensificou rapidamente mas do outro lado há paz. Precisamos manter em mente que nosso principal problema é macro-econômico: desemprego, queda de renda, queda de arrecadação e violência. A corrupção política mascara tudo isto, mas é só uma parte das causas. A principal causa é macro-econômica via fatores que deprimem a demanda agregada: juro alto, câmbio valorizado e déficit nominal exagerado.

Para mudar isto vamos precisar mudar de governo. O atual já demonstrou que não dá resultado e não liga para os fatores sociais. A melhoria nos últimos meses esteve totalmente ligada ao clima através do agronegócio, não tem nada a ver com as medidas tomadas até este momento pela equipe atual. E a situação social de desemprego e violência vai continuar se agravando.

A fenomenal delação dos irmãos Batista, provavelmente os empresários mais ilícitos e competentes do país, está trazendo à tona tudo que a PGR/MPF mais queriam: provas concretas atuais. Trabalho de mestre com o apoio de ex-agentes do MPF. Toda a principal liderança ilícita do país ficou exposta, inclusive o BC/Copom com indicação de cargos e antecipação de taxa de juros.

A população está nas ruas, as Forças Armadas já deixaram claro que não aceitam ilicitudes, o STF tem a liderança da Cármen que deverá conter a quadrilha (Gilmar, Toffoli, Levandowski e Moraes) e assim provavelmente teremos nova liderança nos próximos meses.

Qualquer processo democrático deverá forçar a agenda de emprego e desfazer a quadrilha financeira. Seja via Congresso com eleições indiretas sem os ilícitos, seja nas eleições diretas. 85% da população quer eleições diretas tornando esta solução a mais provável no contexto atual. Os candidatos com melhores perspectivas são Dória e Moro (caso este vire candidato). Outros bons candidatos ainda podem aparecer. Nenhum dos candidatos que representariam um grande risco de retrocesso parecem possuir chances de ganhar em segundo turno.

Precisamos de um governo de união que maximize a capacidade da direita empresarial gerar riqueza (via demanda agregada) e distribua a renda com a visão social de comunidade da esquerda. Estamos muito mais próximos disto hoje do que estávamos na semana passada.

A História do Brasil: Democracia a Fórceps.

Tem muito brasileiro que acredita que democracia é todo brasileiro ter o direito de votar a cada 4 anos. Isto faz parte, mas na verdade o conceito de democracia é o de que o povo exerce a soberania para que as decisões tomadas sejam para o bem da maioria da população, ou seja, o objetivo é garantir que as decisões tomadas beneficiem a maioria da população.

Não é o que temos agora. Não só temos um presidente que não elegemos, veio no vácuo da biruta, como temos 3 poderes com grande evidência de corrupção: executivo, legislativo e judiciário. Corrupção esta que está aumentando a concentração de renda e desviando nossos limitados recursos para o setor financeiro com bancos tendo recorde de lucro em meio à depressão.

Neste contexto temos algumas alternativas: Deus, a Constituição e o Exército. O brasileiro que não conhece nossa História tem uma série de preconceitos contra o Exército devido ao período de ditadura. Como a criança que teve um pai durão, que só vai reconhecer o valor do pai quando se transforma em pai e já é um profissional de sucesso. Aço se forja com fogo, não com água e açúcar.

O Exército tem um papel fundamental em nossa estrutura de sociedade. Ele é o brasileiro armado, ou seja, nós demos a ele o poder de fazer o que quiser com o Brasil, pois quem está armado manda. Tem gente que acha que isto é ruim, mas não tem sistema humano perfeito e alguém tem que ter esta responsabilidade. No caso do Brasil, e em vários países do mundo, este poder está no Exército.

A maneira como esta instituição é organizada é fundamental para poder garantir a boa governança e saúde do país. A missão do Exército é defender os interesses da população brasileira (Contribuir para a garantia da soberania nacional, dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, salvaguardando os interesses nacionais e cooperando com o desenvolvimento nacional e o bem-estar social). Não é obedecer político e juiz corruptos. O compromisso deles é com o Brasil. Para isto é formado por qualquer brasileiro que preste o serviço militar pondo sua vida a risco para defender o país. Todos têm esta opção e direito. Rico ou pobre, branco, mulato ou negro. É uma instituição legitimamente brasileira, onde todos começam embaixo e a meritocracia leva os mais capacitados para o topo.

A melhor evidência empírica disto é comparar a entrevista do Eduardo Villas Bôas ao Valor (Somos um país que está à deriva) com qualquer discurso do Temer. A superioridade intelectual e de comprometimento com o Brasil é dramática. E achar que o Bolsonaro representa o Exército é o mesmo que achar que um supervisor de fábrica tem competência para comandar uma empresa nacional.

O Exército é um protetor oculto da sociedade brasileira que não se envolve com política. Não gosta, não tem o perfil e sabe que seu papel é mais nobre do que isto. Ele precisa garantir que haja Ordem, para termos Progresso. Este lema positivista está na nossa bandeira desde o início da República (1889) e está acima da Constituição no espírito da população brasileira.

Já tivemos 9 presidentes militares. Foi o Exército que nos tirou da monarquia em 1889, comandou o país por 5 anos e nos introduziu na democracia em 1894. Tivemos dois presidentes militares eleitos (1910 e 1946). Em 1964 tiveram que assumir a baderna quando comunistas (“iluminados” corruptos destruidores de riqueza) tentaram brincar com o Brasil. Se não fosse o Exército brasileiro, nosso caso seria similar ao de Cuba, China do Mao (Revolução Cultural) ou Russia do Putin.

Democraticamente estamos bem melhores do que estas 3 comparações. Contudo economicamente estamos bem pior do que a China onde o Exército não soltou completamente o poder e está fazendo uma transição para a democracia de maneira mais lenta, garantindo riqueza e conhecimento na população antes do direito ao sufrágio universal.

A democracia no voto não está garantindo a democracia efetiva nos resultados sociais e econômicos no Brasil. Precisamos de um reset na nossa democracia e esta responsabilidade está historicamente nas mãos do Exército. Villas Bôas, Socorro!

EB

A Luz No Fim do Túnel: Moro vs Dória

O DataFolha, do Jornal a Serviço do Brasil, publicou hoje uma pesquisa brilhante que demonstra uma luz no fim do túnel para milhões de brasileiros: 85% da população quer eleições diretas imediatamente e rejeitam o atual governo. Considerando a exposição dos candidatos, contexto nacional e a evolução nas intenções de votos, o grande debate será entre Moro e Dória.

Depurando os candidatos temos:

  • Criminosos que terão seus direitos restringidos em futuro próximo (Pixuleco, Aécio e Cia. Ltda.),
  • Auto-destrutivos que ao começarem a falar e participarem de debates deixarão claro que não possuem conteúdo algum a oferecer (Marina, Bolsonaro, Ciro e Joaquim Barbosa),

Sobrando apenas duas grandes lideranças nacionais: Moro e Dória.

Moro com a coragem e determinação que enfrenta os piores elementos da sociedade brasileira e mostra o caminho da correção. Inteligente, determinado e corajoso tem todos os elementos necessários para ser o Grande Líder. Pode faltar a experiência de gestão, mas entra aí o processo de debates para analisarmos se ele consegue aglutinar as capacitações necessárias para o mandato.

Dória com sua experiência de gestão, determinação e esforço sobre-humano tem demonstrado boa gestão no complexo município de São Paulo com uma administração bastante inclusiva socialmente e envolvente no nível empresarial. Ainda pouco conhecido a nível nacional, também o era em SP e conquistou a periferia em poucos meses.

Dois excelentes candidatos, que torna necessário um bom processo de debates para apurarmos quem tem o melhor perfil neste momento para assumir o posto.

Pode parecer bastante otimismo, contudo se acreditarmos em processo democrático, no qual há o instrumento do plebiscito, e a real intenção do povo brasileiro, todas as energias deverão ser naturalmente direcionadas neste sentido.

Vamos torcer para que ganhe o mais capacitado.

Brasil: do Interesse Próprio para o Interesse Coletivo

Considero importante nos debates sobre macro-economia separarmos a melhor solução técnica (segundo o conhecimento já desenvolvido pela Humanidade) da questão política, ou seja, do ambiente institucional necessário para implementá-la.

Em um dos eventos da EESP tive a oportunidade de ouvir Oscar Vieira, professor da FGV-Direito, comparar a Constituição dos EUA com a do Brasil. Nos EUA, com visão coletiva, foi formado um documento composto pela 2a melhor opção de todo mundo. No Brasil, com visão de interesses próprios, fizemos uma acomodação da 1a melhor opção dos que estavam presentes.

Como foi mencionado na Natureza da Vida Humana, o interesse próprio é uma importante característica do homo sapiens que nos originou. Contudo foram os Iluminados, com a capacidade de colocar o coletivo acima do individual, que nos fizeram avançar como Humanidade.

No Brasil temos alguns grupos que defendem seus interesses a qualquer custo. Entre eles o Sistema Financeiro Rentista (SFR/Febraban), os grupos religiosos, a agropecuária, os funcionários públicos, os industriais, os comerciantes e os empreiteiros.

O SFR nos colocou nesta depressão para garantir sua lucratividade, inclusive na crise. Juros contracionistas apesar do ambiente recessivo através de atuação no Copom, BC do Mercado, e na legislação com meta de inflação, tripé macro-econômico e outras determinações ineptas para o coletivo.

Os grupos religiosos não pagam tributos apesar de liderarem um dos negócios mais lucrativos do planeta. Não provêem transparência de seus ganhos. E assumem que os recursos dos tributos não são tão bem alocados pelo governo socialmente como o são por eles. Sem transparência. E ainda querem financiamento pelo BNDES para os templos…

A agropecuária e os minerais não pagam tributos na exportação de seus produtos de baixo valor agregado e de empregos sub-qualificados, valorizando assim a taxa cambial com o efeito de doença holandesa que prejudica as exportações industriais de maior valor agregado. E ainda reclamam da infra-estrutura para o escoamento da produção, apesar de não contribuírem com a arrecadação dos recursos e os investimentos.

Os funcionários públicos ficam com remuneração e pensão em muitos casos acima do setor privado. Os políticos fazem leis que garantam a preservação da impunidade.

Os industrias individualmente buscam reduzir seus custos com câmbio valorizado e redução de tributos. Não enxergam o efeito na demanda agregada e a competição das importações nos vários outros elos da cadeia produtiva.

Em resumo não há um senso de Planejamento com eficiência de Pareto que garanta a maximização da riqueza coletiva.

Apesar da solução de nosso problema de geração de riqueza (e emprego) ser simples – pois basta corrigir o tripé de câmbio, juro e poupança fiscal – não conseguimos caminhar nesta direção porque não é de interesse de alguns destes grupos.

É importante entendermos a composição do campo de batalha para visualizarmos uma solução e enfrentarmos este imbróglio.

Com certeza a depressão econômica é ruim para todos os grupos de interesse, contudo este é o resultado que estamos obtendo ao ter cada grupo defendendo seu principal interesse sem respeitar o interesse coletivo.

Ordem e Progresso: Plebiscito

A situação do Brasil de hoje parece aquela após o 7×1 para a Alemanha em 2014. Crise total de identidade. Nosso símbolo mais forte que é a camisa da seleção, em frangalhos. Humilhação total. Hoje a seleção está provavelmente em seu mais alto patamar histórico. Batendo recorde de tempo em classificação para a próxima Copa. Conseguiu virar o jogo e a nossa auto-estima.

A situação da política e da economia está em frangalhos. A Justiça que nunca funcionou neste país acordou através do Sérgio Moro, MPF, PF e vários membros do STF. É a única instituição dos três poderes com alguma credibilidade junto à população. Contudo mantém sua lentidão devido à estrutura de proteção da impunidade que influenciou sua estruturação. Enquanto o padrão de vida da população vem degradando rapidamente com o desemprego e a violência.

Os poderes Executivo e o Congresso estão totalmente controlados por brasileiros ilícitos. Situação óbvia e escandalosa. Gente legislando em interesse próprio, distorcendo projeto de medidas anti-corrupção, tentando anistia de ilicitudes, presidente mordendo o osso do poder sem a menor vergonha, questionando nossas instituições e as leis, usando direito de defesa de gente honesta, como se honesto fosse. Uma total falta de Ordem.

Em termos de Progresso então a coisa está mais feia. Perdas de R$3 trilhões nos últimos três anos com política macro-econômica totalmente inepta, defendendo os interesses do setor financeiro rentista, desrespeitando claramente as melhores práticas internacionais de Keynes, Smith e Friedman. BC comportando-se claramente como um órgão dirigido pelos interesses do setor financeiro, defendendo manutenção de juro alto, ao invés de mínimo. Tem o juro como custo e o usa no sentido oposto ao interesse da população. Total falta de responsabilidade fiduciária dos cargos públicos.

Estamos sem Ordem e sem Progresso. Este elevado nível de rejeição dos poderes executivo e legislativo chama o papel do Plebiscito. Deveríamos votar se queremos destituir totalmente 1) Presidente e Congresso; 2) Governadores e Assembléias; 3) Prefeitos e Vereadores. E convocar novas eleições sem a possibilidade de uso de poder econômico para influenciar o voto. A democracia exige este direito. A Lava Jato nos propiciou este contexto e oportunidade. As Forças Armadas poderiam nos ajudar nesta transição para fortalecimento da democracia. Um RESET para nos liberar do TILT.

Câmbio Flutuante, Agronegócio, Doença Holandesa e o país das Empregadas Domésticas

O objetivo da Economia é gerar riqueza para o país. Toda regra macro-econômica deve possuir uma lógica que garanta o aumento de riqueza. No Brasil temos uma série de tabus que atrapalham este processo. O tripé macro-econômico estabelecido é mais um problema. Foi implementado por um setor econômico querendo defender seus interesses, e não a criação de riqueza no Brasil. Fez isto colocando meta de inflação (liberando o uso do juro) e superávit primário, ao invés de nominal, protegendo o uso do juro. Este tema deu nas consequências do post anterior: R$3 trilhões de perdas 2014-2016.

O câmbio flutuante vem de uma idéia de liberalismo, laissez-faire de conveniência, que é muito boa para combater moeda artificialmente valorizada, contudo é péssima para combater moeda naturalmente valorizada, que destrói os incentivos para a aceleração da criação de riqueza e industrialização do país. Doença Holandesa. Em 1977 The Economist criou este termo ao analisar a situação da Holanda, que vinha perdendo empregos em manufatura por causa da descoberta e uso de grandes reservas de gás natural a partir de 1959. A exportação destes recursos naturais de baixo nível de emprego valorizou a moeda a ponto de inviabilizar setores industriais que pagavam salários bem melhores. A inteligência e bom senso holandês neutralizou este fenômeno com ajustes em sua macro-economia. Países menos esclarecidos, que nunca entraram em processo de industrialização, ficaram marcadamente atrasados em economia, ao serem cegamente liberais no uso de suas “riquezas” naturais: Arábia Saudita e países do Oriente Médio, Venezuela, Portugal e agora Brasil.

E o caso do Brasil sempre dá para piorar com alguma idéia muito criativa como o caso da Lei Kandir, que dá isenção tributária para exportação de commodities agrícolas e minerais.

No Brasil a exportação de commodities agrícolas e minerais pagam poucos impostos (basicamente IR/CSLL), usam excessivamente nossa infra-estrutura para transporte, geram poucos empregos, a maioria de baixo valor agregado com salário médio abaixo da média nacional, concentra renda nas mãos dos proprietários de terras ou jazidas, ficam reclamando e pedindo mais recursos para a infra-estrutura E valorizam nossa moeda a ponto de não deixar desenvolver ou destruir o setor industrial que paga salários bem acima da média nacional, gera mais empregos e paga mais impostos. Desde a Lei Kandir nossa manufatura caiu de 25% do PIB para 9%.

Somos o país das empregadas domésticas ao ter salário médio de R$1,8K/mês. Muito abaixo da média da indústria. E os deseconomistas deste país chamam o industrial brasileiro de improdutivo, apesar de gerarem empregos melhores para as empregadas domésticas.

Este é o Brasil que o câmbio flutuante está produzindo. Uma simples regra liberal, sem os devidos ajustes do bom senso de ter que gerar riqueza, cegamente destruindo um país.

Para solucionar isto temos que impor altos tributos na exportação de commodities agrícolas e minerais (40%) e colocar o câmbio em nível de competitividade econômica internacional calculado em R$8,8. O agronegócio pedindo recursos para a infra-estrutura, sem recolher tributos, parece os padres que não pagam impostos pedindo financiamento de BNDES para construir os templos. Direitos sem responsabilidades. Este Brasil não funciona. Temos que trabalhar com a Verdade.

 

R$3 Trilhões de Perdas Econômicas

copom-r3-trilho%cc%83es9 brasileiros definem uma política macro-econômica que causou R$3 trilhões de perdas ao Brasil desde 2014, considerando perdas de PIB e aumento de endividamento público, levando em conta nosso histórico vôo de galinha de 2,6% ao ano. Em 2013 estávamos com as contas públicas equilibradas com um déficit nominal de 3% e crescimento de 3%. Subiram o juro de 7,25% para 14,25% reprimindo assim a arrecadação tributária e aumentando as despesas financeiras levando o déficit nominal para 10% e afundando o PIB para -3,8%. A duplicação do juro causou 6,8% de reversão do PIB em 2 anos. Mantiveram este déficit nominal com o juro alto e perdemos mais 3,5% de PIB em 2016 e caminhamos para perder mais 3% em 2017.

Estes 9 controlam um orçamento de R$400-500B/ano em despesas financeiras sem nenhuma governança razoável e são todos da comunidade financeira, não produtiva e geradora de poucos empregos. Comunidade que tem o juro como receita de suas operações. Situação de claro conflito de interesse em qualquer análise de boas práticas de governança corporativa.

Além das perdas econômicas, levaram nosso desemprego de 6% para 12,6%. 30 milhões de brasileiros estão desempregados (12,9M), sub-empregados (10,1M) ou desistiram de procurar emprego (7M), afetando mais de 60 milhões da população. O salário médio de quem está empregado é de R$1,8K/mês, fazendo com que na média o Brasil seja um país de empregadas domésticas.

Neste contexto já miserável, a violência vem aumentando drasticamente nas ruas, nos presídios, em greve de Policiais Militares com a falta de recursos públicos por ter comprometido o orçamento de todos os Estados brasileiros. Brasileiros estão morrendo sem necessidade.

Esta política contracionista de base monetária gerou a maior destruição de riqueza voluntária da humanidade, em total desrespeito às melhores práticas internacionais da macroeconomia. Friedman, pai do monetarismo, recomendaria uma política de expansionismo monetário em situações recessivas, o que seria juro moderado por volta de 5%. O Copom manteve o juro nesta semana em 12,25% e aparecem sorrindo na foto.

Ao invés de perdermos tempo com questões de corrupção, mágoas partidárias contra o PT, birutisses da Dilma, delação da Odebrecht, PECs etc. deveríamos concentrar nossa energia em corrigir este grupo, mudar a missão do Bacen para maximização de emprego a juro moderado (como o FED) e trazer ciência macro-econômica para a mesa com respeito ao conhecimento deixado por Keynes, Friedman e Smith.