Fim da Pandemia: Índia, Japão e Ômicron

A pandemia já acabou para aqueles países que usaram anti-virais (ivermectina, veja vídeo) como pode ser observado na Índia (país pobre c baixa vacinação) e no Japão (país desenvolvido com alta vacinação). O efeito da nova variante ômicron vai evidenciar ainda mais o comportamento de desinformação dos governos dos países desenvolvidos em geral (EUA, UK). A expectativa é que esta variante venha a causar um resfriado que se propaga rápido mas com sintomas moderados que criará imunidade como uma vacina natural. A principal estratégia de proteção no momento é manter a imunidade alta com vitamina D e zinco, e usar ivermectina em caso de sintomas de resfriado (veja último protocolo da FLCCC). Uso de máscara e distanciamento continuam ajudando, mas está cada vez mais difícil de praticar o tempo todo no dia a dia.

A tabela abaixo demonstra que só o Japão conseguiu zerar covid como país desenvolvido, usando estratégia da vacina e tratando quem tivesse sintomas com ivermectina. O vídeo do Dr Campbell explica o caso. O prêmio Nobel de 2015, Dr Satoshi Omura, que inventou a ivermectina, e apoia o medicamento para covid via artigos científicos, é japonês. Ivermectina pode ser usada sem restrição no Japão. O chairman da Tokyo Metropolitan Medical Association recomendou seu uso em 16 de agosto para enfrentar a crise criada pelas Olimpíadas.

Importante observar que nenhum outro país desenvolvido conseguiu zerar covid só com vacina (60 a 88%) e a maioria deles estão enfrentando uma 3a ou 4a onda (ainda delta) bastante complicada, mesmo antes de chegar a ômicron (EUA, UK, Alemanha, França, Itália etc.). Até Australia que estava livre de covid até a onda da delta, entrou em 3a onda quando decidiu proibir ivermectina para focar na vacinação.

WORLD-18DEZ21

Contudo as melhores práticas estão na Índia, que já tem 691 milhões de habitantes livres de covid com menos de 39% vacinados. O Estado de Uttar-Pradesh foi o que mais se destacou com ivermectina, desde o ano passado. Kerala, o pior dos estados, proibiu o uso da ivermectina.

INDIA-18DEC21

A ômicron é uma variante interessante por se propagar muito rápido (fator multiplicador está chegando a 5) e ter sintomas leves como um resfriado. Das pessoas que vão para hospitais, comparado com pessoas com delta, só 10% chegam a usar oxigênio, conforme visto na África do Sul. Este vídeo do Dr Campbell explica bem a questão. Os gráficos abaixo demonstram que o crescimento rápido de novos casos, com pico mais alto que em todas ondas anteriores, não está se replicando em mortes.

SA - Casos

SA - Mortes

Neste contexto de ômicron um ponto importante para fortalecer o sistema imune é a vitamina D como exemplificado por médicos de Israel. 80% dos pacientes de covid em hospitais são deficientes em vitamina D. Importante observar que a vitamina D não é absorvida rapidamente pelo organismo, então precisa ser mantida em altas doses no corpo (3.000 ou até 4.000 UI por dia) para evitar a complicação do caso.

Um dos aspectos que vai ficar gravado na Humanidade com esta pandemia é a força da desinformação usada contra a Ivermectina através de agências de saúde dos governos e os principais jornais. Alguns livros estão sendo publicados esclarecendo toda esta desinformação: Ivermectin for Freedom e The Real Dr Fauci. A Pfizer, por exemplo, pediu sigilo de 75 anos sobre seus resultados das vacinas de covid.

Os países desenvolvidos estão escolhendo esta rota de continuar sofrendo e impedindo ivermectina. Interesse próprio acima do coletivo, muito frequente no capitalismo puro do ocidente (“por que reduzir o lucro do hospital usando ivermectina se o governo nos apoia a usar o ineficaz remdesivir a USD3000 até o paciente morrer?”). Recentemente saiu um estudo científico sobre Itajaí, com mais de 200.000 participantes demonstrando que quem tomou ivermectina profilaticamente teve mortalidade reduzida em 48%.

Este deve ser nosso último post sobre covid porque o Brasil particularmente agora já está bem como resultado principalmente da vacinação e o desemprego voltou a ser nosso principal problema.

Publicado por

Eduardo Giuliani

Edu é empresário nos setores de agronegócio, bioenergia, venture capital e imobiliário. Trabalhou como consultor pela McKinsey & Co. (1991-97) e investidor pela Advent International (1998-99). Iniciou estudos sobre crescimento econômico em 1994 com o Curso National Economic Strategies de Bruce R. Scott na Harvard Business School (Membro do U.S. Competitiveness Policy Council). Cursou System Dynamics no MIT (1994). Liderou trabalho de produtividade em Telecomunicações e Construção no McKinsey Global Institute (1997). Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP (1989). MBA pela Harvard Business School (1995). Tenente da Reserva do Exército (1985). Casado. Três filhos. Tri-atleta.

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